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Um hotel para chamar de seu

O DysArt Hotel foi mais uma boa surpresa em Cape Town, a cidade que conquistou nossos corações em tão pouco tempo.

A fachada discreta e a tímida porta de entrada nos dão a impressão de que estamos entrando numa simples casinha de rua. Achei esse detalhe um charme. É como se estivéssemos chegando na casa da vovó para a macarronada de domingo, sabe?

O hotel é compacto, com poucos quartos, não tem um restaurante, mas oferece uma boa estrutura, piscina, deck, ambiente bem decorado, acolhedor e, além de tudo, tem uma excelente localização. Fica a 15 minutos do V&A Waterfront a pé.

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Nos hospedamos lá por 4 noites no primeiro trecho da viagem e, por mais uma noite, no trecho final. Ficamos em dois quartos diferentes, um no térreo e outro no primeiro andar, ambos amplos, bem iluminados, modernos e aconchegantes. Detalhe importante para quem vai no inverno ou sente muito frio, como eu: os quartos e banheiros têm piso aquecido e você pode regular a temperatura. Muito top! Ah, e eles têm uma gatinha, chamada Daisy, que fica perambulando pelas áreas comuns, doidinha para ganhar um chamego dos hóspedes. Eu que sou gateira, amei. Ponto para o hotel!

Mas o que faz mesmo toda a diferença é o atendimento. Justamente por ser um hotel pequeno, o tratamento é bem pessoal, próximo. A começar pela dona, a Lo Weber, que está sempre por lá, dando dicas e informações sobre a cidade com muita simpatia. O Martin, que nos ajuda com as malas, chama táxi, conta histórias divertidas. A Zinny e a Ferial, tão amáveis e interessadas pelo nosso país, que nos preparam um café da manhã delicioso, sanduíches fora de hora e muitos outros mimos.

Todos os funcionários, sem exceção, são extremamente gentis e simpáticos. Cuidam da gente como se estivessem cuidado de sua própria família, com carinho e dedicação. Parece que todo mundo faz um pouco de tudo, todos se ajudam e têm o mesmo propósito: fazer com que os hóspedes se sintam em casa, à vontade, abraçados e bem cuidados. Foi assim que me senti durante nossa estadia e agradeço muito por ter conhecido cada um deles.

Eles também são engajados em causas sociais e participam ativamente do projeto Food for Children, que ajuda crianças carentes do subúrbio da cidade. A Zinny, do DysArt Hotel, foi uma das co-criadoras do programa, e posso afirmar que é uma pessoa do bem e com um coração enorme. Com o equivalente a 100 euros, eles alimentam cerca de 350 crianças por semana, fazendo a diferença, como agentes de transformação, por um mundo melhor. Mais um ponto para o hotel :o)

Não foi à toa que, no último dia da viagem, quando o Martin avisou que o táxi havia chegado e todos eles foram lá fora para nos dar tchau, eu entrei no carro e comecei a chorar. Não queria me despedir, não queria ir embora e deixar tanta gente querida para trás. Com certeza, esse foi um canto do mundo que deixou muita saudade…

DysArt Boutique Hotel

17 Dysart Rd, Green Point, Cape Town, 8051, África do Sul

+27 21 439 2832

http://www.dysart.de/

Para mais informações sobre o DysArt Boutique Hotel Food Programme, acesse:

http://foodforchildren.org.za/

Quer saber mais sobre Cape Town? Clique aqui ou aqui.

 

 

 

 

 

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Annecy – encantos sem fim e a melhor pizza ever!

Ficamos apenas três dias em Annecy. Pouquíssimo tempo para desfrutar todos os encantos que a cidade tem para nos oferecer, mas o suficiente para nos apaixonarmos por ela.

Já contei em outro post a minha alegria em andar pelas ruelas da cidade em um dia de feira. Aromas e sabores explodindo pelos ares e por todos os cantos. Simplesmente imperdível.

IMG_7296Andando pelo centrinho de Annecy, você vai encontrar diversos bares e restaurantes, alguns mais animados que outros, mas todos bem movimentados. Dê preferência para os que ficam em frente ao lago para apreciar a melhor vista.

No segundo dia caminhamos até a pont des amours (ponte dos amores), onde os casais costumam passar várias vezes para trazer boa sorte. É claro que respeitamos as tradições e superstições locais e tiramos a nossa foto para registrar o momento. Depois, alugamos um barquinho por meia hora e passeamos pelo lago Annecy. Era fim de primavera, as temperaturas não passavam dos 20º e mesmo assim, a gente viu várias pessoas praticando esportes aquáticos, como vela, stand up paddle e jet ski. Outros, corriam e pedalavam por toda a orla, com uma vista lindíssima do lago.

IMG_7396Quando descobrimos que Annecy ficava a apenas 40 e poucos km da fronteira com a Suíça não pensamos duas vezes. Pegamos o carro e demos uma esticada até a cidade de Genebra, tiramos umas fotos e paramos numa lojinha para comprar chocolates que pareciam ser deliciosos (claro, eram suíços!). Quando fui passar no caixa, saquei meus euros da bolsa e – desculpe, senhora, aqui só aceitamos franco suíços. Agradecemos, demos meia volta, sem chocolate, e retornamos à Annecy dando risada!

Para o jantar, deixo aqui minha dica de ouro: não deixe de ir na pizzaria The Little Italy, a melhor pizza que já comemos fora de São Paulo (sim, pizza na França!). O lugar é bem charmoso, mas tem pouquíssimas mesas, por isso é bom fazer reserva com antecedência. As pizzas são individuais e saborosíssimas, mas eles só fazem de um sabor, não é como no Brasil, onde você pede meia ou um terço de cada sabor e muda todos os ingredientes…rs. Eles também servem vinho em taça ou garrafa. Se conseguir chegar até a sobremesa, experimente o tiramisù. Très bon!!

Quer saber mais sobre Annecy? Clique aqui.

The Little Italy

16 Rue Sainte-Claire, Annecy, França

+33 4 50 52 92 78

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Islândia, uma explosão de natureza

IMG_3802 - CopiaNome: Lais Diniz

Profissão: Psicóloga

Lais é casada e tem 3 filhas, que trabalham e moram fora do Brasil. Ela me contou que desde que conheceu o marido, eles não pararam mais de viajar. “Tenho que fazer minhas ginásticas para poder conciliar meu consultório, que é uma das minhas grandes paixões, com os esquemas das viagens” – ela diz.

Qual o lugar mais incrível que você já visitou?

Todos os lugares foram maravilhosos, cada um com suas peculiaridades.

Tivemos nossa fase de conhecer os grandes centros do mundo, moramos fora do Brasil várias vezes e aprendemos muito sobre culturas diferentes, costumes, culinária, vinhos e como as pessoas se comportam. Agora, numa fase mais intimista, resolvemos procurar países com menos glamour cosmopolita e com mais belezas naturais. Fomos para Alaska, Antarctica e, recentemente, Islândia.

A Islândia foi uma grande surpresa para mim. Todos falam inglês, pois a língua islandesa é somente deles. A natureza explode em todos momentos e lugares. É uma grande ilha de 350.000 habitantes, que fica entre o Reino Unido e a Groenlândia, quase no Polo Ártico, onde o sol não se põe no verão.

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Parece meia-noite?  Lá escurece às 2h da madrugada e às 4h já tem sol!

 

 O que te despertou interesse para fazer essa viagem?

Nosso interesse era mais histórico. Eu tinha vontade de conhecer a história dos Vikings, tanto que trouxe de lá um livro de 1000 páginas, que conta as sagas dos islandeses. Também queria conhecer os sistemas de aquecimento através da energia vulcânica. A água sai absolutamente quente das torneiras!

Conte um pouco da sua experiência e do que mais impressionou nessa viagem.

Lá, nós fazíamos programas diários por nossa conta, através de mapas e indicações. O navio oferecia programas de excursões, mas fomos poucas vezes. Esses pacotes eram extremamente caros como, aliás, tudo na Islândia.

O País tem seus recursos hídricos, energia dos vulcões e parques aquáticos com águas sulforosas e muito quentes, como a da Lagoa Azul, uma das atrações mais visitadas por turistas.

As paisagens me impressionaram bastante. Terra vulcânica, imagens áridas sem vegetação, como se estivéssemos em Marte. Formações rochosas vulcânicas, gêiseres, que transbordam águas ferventes e jorram água vinda de vulcões no subsolo. Enfim, muita beleza natural.

Tem alguma recomendação ou dica para os nossos leitores? Um restaurante, uma vista, uma experiência imperdível?

Recomendaria restaurantes da orla em Reykjavík, capital da Islândia, onde servem comidas típicas de baleia, tartarugas marinhas, lagostas e puffins (pequena ave que vive no mar e em cavernas) deliciosos!

Se pudesse descrever em poucas palavras a sensação de estar ali, o que diria?

A natureza explode em todos momentos e lugares. As pessoas são muito agradáveis, gentis e, em geral, belíssimas, principalmente as mulheres.

Bate Pronto – por Lais Diniz 

Comida mais deliciosa: Costelinha de porco com batatas assadas, no único pub de Akureyri, norte da ilha, para assistir e torcer para Islândia no jogo com a França na Euro Copa.

Uma bebida para acompanhar: Chopp feito no pub

A paisagem mais encantadora: Montanhas beirando o mar com várias cavernas e baleias nadando ao lado

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Só não consegui fotografar as baleias! – diz Lais

Para quantos países você já foi? Muitos, mas acho que preciso visitar muito mais países para ter mais cultura. Hahaha!!

Próximo destino: Talvez Marrocos

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Santorini e seu majestoso pôr do sol

O momento mais esperado por todos os turistas que visitam a cidade de Oia (pronuncia-se “ía”), na belíssima ilha grega de Santorini, é o pôr do sol. Isso é um fato e posso garantir que a fama não veio à toa.

DSC00076Sou apaixonada pelo sol. Sol é vida, é calor, é alegria. Deve ser impossível não sorrir ao apreciar um nascer ou um pôr do sol. Pelo menos para mim é. O sol é capaz de aquecer, contagiar e derreter até mesmo o coração mais frio. Por tudo isso, eu já imaginava que veria uma linda paisagem e ficaria encantada, mas me surpreendi muito com o que vi.

A vila de Oia por si só já é linda, provavelmente até em dias nublados. As casinhas e restaurantes na encosta do morro, a maioria delas pintada de branco com telhado azul, são lindas de viver. Parece que você está numa pintura, que aquele charme todo não é real. Há flores por toda parte e para onde quer que você olhe, a vista é incrivelmente encantadora. Até uma cena simples do dia a dia, fica mais bonita em Santorini.

P1040337Então, depois de passear pelas ruelas da vila, você começa a se preparar para o espetáculo. Cada um dá uma sugestão do melhor ponto e ângulo para assistir e fotografar o show. Quando você para e percebe o movimento ao seu redor, vê que andou para lá e para cá e que todos os hot spots já estão tomados por multidões, afinal todo mundo recebeu as mesmas dicas que você!

A minha dica é: chegue bem antes do horário previsto para garantir um bom lugar ao sol, literalmente. Leve um chapéu, seus óculos escuros, câmera e um drink a tira colo. Desconecte-se do resto do mundo e contemple, pelo tempo que for necessário, esse momento lindo que a natureza nos dá de presente todos os dias.

Nós encontramos o nosso canto e fizemos dele o lugar mais especial. Sentamos ali, só nós dois, curtindo a nossa lua de mel, tomando um vinho branco, numa das paisagens mais estonteantes que já vi na minha vida. E valeu à pena esperar por ele, que em poucos minutos se despediu de nós, em toda a sua majestade.

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2 restaurantes imperdíveis na Cidade do Cabo

O Old Biscuit Mill é um complexo cultural e gastronômico que fica na área de uma antiga fábrica de biscoitos (hoje desativada) no bairro de Woodstock, a 15 minutos de carro de Green Point, Cidade do Cabo, África do Sul.

Lá você pode encontrar sofisticadas lojas de artesanato, design, artistas de rua, food trucks com gastronomia variada e renomados restaurantes. Para aproveitar tudo isso, recomendo que faça o passeio durante o dia. Nós fomos à noite e as lojas estavam fechadas. Se quiser jantar nos mais badalados, fique esperto e faça a reserva com bastante antecedência, pois alguns chegam a ter MESES de espera, como foi o caso dos famosos The Test Kitchen e o Potluck Club. Bem que tentamos!

FullSizeRender[1]Eu já tinha lido boas críticas do Burrata e, como ele era o único com disponibilidade de reserva, unimos o útil ao agradável. O restaurante é especializado em comida italiana, o ambiente é bonito, moderno e tem um preço muito bom. De entrada fomos de burrata, em homenagem ao local. Deliciosa, mas bem que podiam incluir uns pãezinhos extras na porção. Pedimos pizza, feita no forno à lenha, tamanho individual, mas muito bem servida. Eu fui de prosciutto e arugula, presunto cru e rúcula com mozzarella e parmesão (divina) e o Mau pediu uma tradicional margherita. Tomamos uma garrafa do pinotage local Bot River Beaumont e, infelizmente, não sobrou espaço para a sobremesa. Gastamos em torno de 40 dólares e achei bem em conta, considerando a fartura, a qualidade e o sabor dos pratos.

FullSizeRenderOutro restaurante incrível que adoramos, indicação de uma amiga, foi o Societi Bistro. Se estiver um clima agradável, você pode sentar nas mesinhas do jardim ao ar livre. Se estiver frio, sente no ambiente interno, que é muito charmoso e aconchegante, com uma decoração sofisticada e acolhedora, bem carinha de bistrô mesmo. O restaurante traz um outro conceito à gastronomia, uma vez que criam os animais de forma livre, utilizam produtos orgânicos e uma série de cuidados com os alimentos. O atendimento é nota mil, os garçons são jovens e super descolados, conhecem cada ingrediente e sabem como harmonizá-los com bons vinhos. Eu me lembro que estávamos loucos por uma carninha sangrando e pedimos fillet au poivre e sirloin com cogumelos portobello. Para acompanhar, uma garrafa de cabernet sauvignon Holden Manz, produzido em Franschhoek (uma cidade linda, que terá um post exclusivo aqui) e de sobremesa comemos uma torta de chocolate dos deuses! Minha nossa senhora, deu água na boca só de escrever. Na dúvida, aceite as sugestões dos atenciosos garçons e não vai errar. Nós gostamos tanto que voltamos lá na noite seguinte Mais do que recomendado, super aprovado!

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Não é uma graça?

 

Burrata

The Old Biscuit Mill

375 Albert Road, Woodstock, Cape Town, South Africa

http://burrata.co.za/

Societi Bistro

50 Orange Street, Gardens, Cape Town, South Africa

http://societi.co.za/

obs.: as fotos deste post foram retiradas do próprio site dos restaurantes, já que esqueci de levar a câmera nos jantares e a qualidade das fotos do celular à meia luz deixou muito a desejar. Sorry 😦

Bjs e até semana que vem!