
Cidades subterrâneas – Capadócia
Profissão: Administrador de Empresas
Quem é você? Um jovem de 26 anos, solteiro, que gosta muito de esportes e de viajar. Trabalha com Comércio Exterior, na área de Compras e, por isso, viaja bastante a trabalho e conhece muitos lugares diferentes. Focado, determinado e agitado, Lucas quer mesmo é abraçar o mundo!
“Tenho que arrumar tempo para trabalhar e passear, consigo fazer 1 dia virar 2. Durmo pouco, mas faço tudo o que tenho vontade” – diz ele.
Qual o lugar mais incrível que você já visitou?
O lugar que eu mais gostei, sem dúvida, foi a Turquia, o primeiro país da Europa que conheci. Eu e minha namorada na época fomos para lá, em 2012, numa pegada meio louca: fizemos 8 cidades em menos de 15 dias (Istambul, Ankara, Capadócia, Izmir, Éfeso, Konya, Pamukkale e Bodrum). A Capadócia é a mais impressionante delas!

O que despertou seu interesse para fazer essa viagem?
Gosto de ter vivência em lugares diferentes, não muito comuns. A cultura, as paisagens e a expectativa do que eu encontraria por lá também me motivaram bastante.
Conte um pouco do seu dia a dia. O que mais te impressionou?
A Turquia tem de tudo e agrada a todos os gostos. Você pode viajar de casal, com a família ou de galera. Istambul é onde tudo acontece e onde a maioria dos pontos turísticos está. A grandeza da Mesquita Azul realmente impressiona. Achei legal o lava pés que fica na parte de fora, para limpeza e purificação. A cultura e as tradições religiosas, principalmente as muçulmanas, são muito diferentes das nossas. Outra coisa que me impressionou muito foi o visual e a geografia da Capadócia. As montanhas parecem castelos de areia e as cidades subterrâneas são muito loucas. Andar de balão, dá um puta frio na barriga, mas ver tudo isso lá de cima não tem preço. O povo no geral parece ser muito fechado, sério, têm uma feição meio sisuda, um olhar desconfiado, mas basta um sorriso ou uma palavra em turco, que eles já se tornam seu amigo. São excelentes negociadores e eu, como comprador, me diverti bastante barganhando com eles. Dica: negocie o preço de tudo, porque eles sempre te falam um valor muito mais alto do que realmente é. Muitas vezes eles também abusam dos preços para turistas. Minha namorada queria tirar foto em cima do camelo e perguntou quanto era. O cara falou USD 5 e, depois, disse que eu tinha que pagar USD 15, porque para descer do camelo era mais USD 10. É bom ficar esperto!
Tem alguma recomendação ou dica para os nossos leitores? Um restaurante, uma vista, uma experiência imperdível?
Em Istambul, não deixe de tomar um autêntico banho turco, nem de ir no Spice Bazaar, um pequeno bazar de especiarias (comparado ao Grand Bazaar), frequentado pelos moradores da cidade. Recomendo também o dance show Hodja Pasha, com música turca e danças típicas.
Em Bodrum, fazer o passeio de escuna que para em vários pontos de mergulho em águas transparentes. À noite, ir na Halikarnas, uma balada muito top a céu aberto.
E, para quem quiser uma experiência inusitada, indico o tratamento com peixes para tirar as peles mortas dos pés, em Pamukkale. Apesar das cócegas, é muito engraçado!
Ah, é muito difícil encontrar alguém que fale inglês, mesmo nas grandes cidades, por isso, vá preparado para fazer mímica.
Última dica: use Uber, porque os taxistas costumam “confundir” as notas ao dar troco…
Se pudesse descrever em poucas palavras a sensação de estar ali, o que diria?
Diria que estar na Turquia foi maravilhoso e a mistura de sensações inexplicável. Um país bonito e surpreendente.
JOGO RÁPIDO por Lucas Barbosa Kaku
Comida mais deliciosa: kebab de cordeiro com hommus
Uma bebida para acompanhar: chá turco & cerveja Efes Pilsen
A paisagem mais encantadora: As piscinas termais de calcário de Pamukkale

Para quantos países você já foi? 18
Próximo destino: Dubai



Quando saímos do metrô e demos de cara com o Coliseu fiquei cho-ca-da. Não é à toa que esse monumento é considerado uma das 7 Maravilhas do Mundo. Sua imponência é intimidante. Caminhamos pelos corredores do Coliseu e, quando encostei minhas mãos nas paredes, fiquei arrepiada. Me senti no filme de Ridley Scott, como uma gladiadora. Era como se eu mesma estivesse me preparando para uma das batalhas, que tanto divertiram os romanos na época. Fechei os olhos e tentei imaginar o chão tremendo com a força dos aplausos e a gritaria da imensa plateia, que vibrava e esperava ansiosamente pelas lutas. Me senti muito pequena lá dentro, foi uma sensação bem diferente, como nunca tinha vivido.
Saindo de lá, fomos até a Piazza della Bocca della Verita, pois eu queria de qualquer jeito conhecer a famosa escultura que tanto vi nos filmes. A Bocca della Verita, ou Boca da Verdade, fica em frente à praça e é conhecida como detector de mentiras. Reza a lenda que se um mentiroso colocar a mão na boca da escultura ela irá “morder” e arrancar sua mão. Nós passamos no teste, mas que dá um frio na barriga, isso dá! E você, teria coragem de colocar sua mão lá dentro?
Tenho que ser honesta com vocês. Não esperem encontrar uma avenida à beira mar, que margeie o Índico e conecte vocês a todos os lados da ilha de Zanzibar. Isso não existe por ali. De onde quer que você saia, o caminho até a capital Stone Town não é nada bonito. Essa é a verdade nua e crua, mas é bom saber, para não criar expectativas.
Contratamos um guia local para nos levar aos principais pontos da Cidade de Pedra. Começamos pela casa onde nasceu e cresceu o cantor Freddie Mercury, passamos por mesquitas, museus, pelo Mercado Municipal e suas especiarias mil. Aliás, não é à toa que Zanzibar é conhecida como Spice Island, os aromas de noz moscada, canela, cardamomo, cravo e frutas perfumam todos os cantos da cidade. Também entramos numa joalheria para conhecer a tanzanite, a famosa pedra de cor violeta descoberta na Tanzania, objeto de desejo de muitas mulheres. No fim do passeio, paramos numa praça em frente ao mar, onde resolvi prestigiar os artistas de rua fazendo uma tatuagem de henna nas mãos, bastante comum na cultura local.
O mais impressionante de caminhar pelas ruas da cidade é observar as largas portas de madeira talhadas, com estilo meio indiano, meio árabe, reflexo de um passado de diferentes colonizações e influências. Existem centenas de modelos e cores, todas lindas e imponentes. Compramos o pôster ao lado e eternizamos a ilha, não só na parede de casa, mas também em nossos corações.
Andando pelo centrinho de Annecy, você vai encontrar diversos bares e restaurantes, alguns mais animados que outros, mas todos bem movimentados. Dê preferência para os que ficam em frente ao lago para apreciar a melhor vista.
Quando descobrimos que Annecy ficava a apenas 40 e poucos km da fronteira com a Suíça não pensamos duas vezes. Pegamos o carro e demos uma esticada até a cidade de Genebra, tiramos umas fotos e paramos numa lojinha para comprar chocolates que pareciam ser deliciosos (claro, eram suíços!). Quando fui passar no caixa, saquei meus euros da bolsa e – desculpe, senhora, aqui só aceitamos franco suíços. Agradecemos, demos meia volta, sem chocolate, e retornamos à Annecy dando risada!
Nome: Lais Diniz


Sou apaixonada pelo sol. Sol é vida, é calor, é alegria. Deve ser impossível não sorrir ao apreciar um nascer ou um pôr do sol. Pelo menos para mim é. O sol é capaz de aquecer, contagiar e derreter até mesmo o coração mais frio. Por tudo isso, eu já imaginava que veria uma linda paisagem e ficaria encantada, mas me surpreendi muito com o que vi.
Então, depois de passear pelas ruelas da vila, você começa a se preparar para o espetáculo. Cada um dá uma sugestão do melhor ponto e ângulo para assistir e fotografar o show. Quando você para e percebe o movimento ao seu redor, vê que andou para lá e para cá e que todos os hot spots já estão tomados por multidões, afinal todo mundo recebeu as mesmas dicas que você!

O hotel é um grande casarão feito todinho de pedras, os jardins são impecavelmente bem cuidados, há ciprestes e flores por toda parte. O staff é super solícito e cortês. Nosso quarto era o típico cantinho provençal, charmoso, delicado e bem decorado. Definitivamente, o lugar foi projetado para nos fazer sentir em casa, em pleno aconchego.
E o café da manhã? O que são aqueles croissants quentinhos que derretem na boca? Está aí uma coisa que não podemos negar, esses franceses realmente sabem preparar um croissant. E a quantidade de opções de geleias? A maioria é feita na própria fazenda, por isso elas são tão fresquinhas e têm aroma e sabor bem marcantes das frutas. Os queijos também são preparados localmente. Me acabei no queijo de cabra, um dos meus preferidos. Agora, tomar um café da manhã incrível com uma vista dessas não tem preço. E quando eu imaginava que tudo não podia ficar ainda mais perfeito, eis que aparece um gatinho para nos fazer companhia, aproveitando o sol e as guloseimas que ganhou da gente. Eles não são bobos, né? ❤