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Turquia, uma ótima escolha!

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Cidades subterrâneas – Capadócia

Nome: Lucas Barbosa Kaku

Profissão: Administrador de Empresas

Quem é você? Um jovem de 26 anos, solteiro, que gosta muito de esportes e de viajar. Trabalha com Comércio Exterior, na área de Compras e, por isso, viaja bastante a trabalho e conhece muitos lugares diferentes. Focado, determinado e agitado, Lucas quer mesmo é abraçar o mundo!

“Tenho que arrumar tempo para trabalhar e passear, consigo fazer 1 dia virar 2. Durmo pouco, mas faço tudo o que tenho vontade” – diz ele.

Qual o lugar mais incrível que você já visitou?

O lugar que eu mais gostei, sem dúvida, foi a Turquia, o primeiro país da Europa que conheci. Eu e minha namorada na época fomos para lá, em 2012, numa pegada meio louca: fizemos 8 cidades em menos de 15 dias (Istambul, Ankara, Capadócia, Izmir, Éfeso, Konya, Pamukkale e Bodrum). A Capadócia é a mais impressionante delas!

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O que despertou seu interesse para fazer essa viagem?

Gosto de ter vivência em lugares diferentes, não muito comuns. A cultura, as paisagens e a expectativa do que eu encontraria por lá também me motivaram bastante.

Conte um pouco do seu dia a dia. O que mais te impressionou?

img_0589A Turquia tem de tudo e agrada a todos os gostos. Você pode viajar de casal, com a família ou de galera. Istambul é onde tudo acontece e onde a maioria dos pontos turísticos está. A grandeza da Mesquita Azul realmente impressiona. Achei legal o lava pés que fica na parte de fora, para limpeza e purificação. A cultura e as tradições religiosas, principalmente as muçulmanas, são muito diferentes das nossas. Outra coisa que me impressionou muito foi o visual e a geografia da Capadócia. As montanhas parecem castelos de areia e as cidades subterrâneas são muito loucas. Andar de balão, dá um puta frio na barriga, mas ver tudo isso lá de cima não tem preço. O povo no geral parece ser muito fechado, sério, têm uma feição meio sisuda, um olhar desconfiado, mas basta um sorriso ou uma palavra em turco, que eles já se tornam seu amigo. São excelentes negociadores e eu, como comprador, me diverti bastante barganhando com eles. Dica: negocie o preço de tudo, porque eles sempre te falam um valor muito mais alto do que realmente é. Muitas vezes eles também abusam dos preços para turistas. Minha namorada queria tirar foto em cima do camelo e perguntou quanto era. O cara falou USD 5 e, depois, disse que eu tinha que pagar USD 15, porque para descer do camelo era mais USD 10. É bom ficar esperto!

Tem alguma recomendação ou dica para os nossos leitores? Um restaurante, uma vista, uma experiência imperdível?

dsc00421Em Istambul, não deixe de tomar um autêntico banho turco, nem de ir no Spice Bazaar, um pequeno bazar de especiarias (comparado ao Grand Bazaar), frequentado pelos moradores da cidade. Recomendo também o dance show Hodja Pasha, com música turca e danças típicas.

Em Bodrum, fazer o passeio de escuna que para em vários pontos de mergulho em águas transparentes. À noite, ir na Halikarnas, uma balada muito top a céu aberto.

dsc00205E, para quem quiser uma experiência inusitada, indico o tratamento com peixes para tirar as peles mortas dos pés, em Pamukkale. Apesar das cócegas, é muito engraçado!

Ah, é muito difícil encontrar alguém que fale inglês, mesmo nas grandes cidades, por isso, vá preparado para fazer mímica.

Última dica: use Uber, porque os taxistas costumam “confundir” as notas ao dar troco…

Se pudesse descrever em poucas palavras a sensação de estar ali, o que diria?

Diria que estar na Turquia foi maravilhoso e a mistura de sensações inexplicável. Um país bonito e surpreendente.

JOGO RÁPIDO por Lucas Barbosa Kaku

Comida mais deliciosa: kebab de cordeiro com hommus

Uma bebida para acompanhar: chá turco & cerveja Efes Pilsen

A paisagem mais encantadora: As piscinas termais de calcário de Pamukkale

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Para quantos países você já foi? 18

Próximo destino: Dubai

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Atenas, onde a história ainda vive

Depois do nosso primeiro voo numa classe executiva, e de uma alegria imensa por não ter que comer com talheres de plástico, chegamos ao nosso tão sonhado destino de lua de mel. Começamos pela belíssima Atenas…

p1040014Nossa 1ª refeição foi no quarto do hotel mesmo: salada grega e souvlaki. Ambos sensacionais. A culinária mediterrânea é muito saborosa e marcante. Virei fã. O queijo feta tem personalidade e traz um sabor incrível à salada grega e outros pratos. Os frutos do mar são os mais frescos que você poderia querer e as carnes têm um tempero perfumado de especiarias e ervas, tudo na medida certa. O tomate não é tão ácido, parece mais adocicado e o azeite, ah o azeite… se alguém nesse mundo sabe fazer o autêntico e perfeito extra virgem, esse alguém é o grego. Deus do céu, o que é aquilo! Veja aqui e aqui outras delícias gregas.

Ficamos menos de 2 dias em Atenas, mas tivemos tempo de descobrir muitos dos encantos da capital grega. Berço da civilização, da filosofia e do teatro, a cidade é história pura. Em um dia passamos pelas edificações mais famosas do mundo antigo: Acrópole, Partenon, Templo de Hefesto, Erecteion, Teatro de Dionísio, Estádio Panatenaico, entre outros pontos turísticos imperdíveis. Esses suntuosos monumentos estão em constante restauração para que a beleza de suas estruturas seja preservada ao longo do tempo. Dica: quando for fazer esse passeio histórico, recomendo o uso de tênis, pois as pedras são muito escorregadias. Eu fui de chinelo e me dei mal…rs

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Não deixe de passear pela Praça Syntagma, onde se encontra o Parlamento Helênico. Se não me engano, de hora em hora acontece a troca de guarda, uma “cerimônia” muito bacana de se ver. Caminhar pelas ruas do bairro de Plaka também é muito gostoso. São tantas lojas com produtos artesanais e típicos da cultura grega, como tecidos, especiarias, azeites e muitas outras delícias gastronômicas, que dá vontade de trazer tudo dentro da mala. Foi mais ou menos o que eu fiz 🙂

O concierge do hotel nos recomendou uma visita ao Monte Lycabettus, o ponto mais alto da cidade, que fica 277 metros acima do nível do mar, localizado no elegante bairro de Kolonaki. Como fomos à noite, optamos por ir de táxi mesmo. Chegando lá, compramos o ticket para o funicular que nos leva até o topo. Quem animar também pode subir por uma trilha ou pelas escadas em torno da montanha.

A vista lá de cima é espetacular. Você consegue ver a cidade toda e os monumentos iluminados ao longe. Lá tem também uma igrejinha, onde compramos velas e fizemos nossa oração e agradecimento. Como não sabíamos da existência desse lugar, nem tivemos tempo de fazer reserva no restaurante que, naquela noite, estava lotado. O máximo que conseguimos foi tomar um drink no bar. Então, fica a dica para quem for fazer o passeio: vá no final do dia para assistir ao pôr do sol e reserve uma mesa no Orizonte Lycabettus Restaurant com bastante antecedência.

Saímos de lá, com o casal queridíssimo de brasileiros, que também estavam em lua de mel no nosso hotel, e fomos jantar num restaurante à beira mar (esqueci o nome…rs). Comemos frutos do mar deliciosos, regados a muito vinho branco e boas risadas. Assim, encerramos a primeira etapa da nossa viagem…

Orizontes Lycabettus Restaurant

http://www.orizonteslycabettus.gr/the-restaurant/?lang=en

Aristippou 1, Athina 106 76, Grécia

Quer saber mais sobre a Grécia? Clique aqui e aqui.

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Barcelona em menos de 3 dias

Barcelona foi a primeira cidade da Europa que conhecemos, há mais de dez anos. Isso por si só, já nos trouxe uma carga de emoção bem grande. Afinal, quem nunca sonhou em conhecer o Velho Mundo, né?

italia-2007-137Foram apenas dois dias e meio hospedados num hotel um pouco afastado do centro. Foi uma coisa bacana, pois caminhávamos bastante para chegar ao metrô e, foi assim, que soubemos da existência do Roserar de Cervantes, um parque muito bonito e bem preservado, com diversos tipos de rosas e outras flores, que alegraram nossa caminhada.

Nossa primeira parada oficial foi no Parc Güell, que apresenta, através das obras de Gaudí, a perfeita combinação da arte e da arquitetura. A beleza natural e os detalhes das obras feitas em mosaico nos encantaram. Sem dúvida um dos parques mais lindos que já vimos.

Almoçamos uma deliciosa paella catalã num restaurante no meio de La Rambla, a avenida mais famosa de Barcelona, repleta de lojinhas, bares, cafés, artistas de rua, muitos turistas e, consequentemente, pick pockets (batedores de carteira). É bom não dar bobeira nessa região.

italia-2007-272No dia seguinte, passamos pela muralha romana, fomos no Museu Picasso e no Dalí e pegamos um daqueles ônibus hop-on/hop-off para ver (de longe) outras construções e pontos turísticos da cidade. Como o tempo era curto, tivemos que optar pelos hot spots que não perderíamos por nada nesse mundo!

italia-2007-200Visitamos a Sagrada Família, que estava sendo restaurada, mas de forma alguma perdeu sua majestade e imponência. A arquitetura neogótica é realmente impressionante, assim como a vista panorâmica lá de cima. Os mais de 400 degraus da descida deixaram nossas pernas bambas e a sensação de dever cumprido.

Seguimos pelas charmosas ruas da cidade e demos de cara com o Museu de la Xocolata, que infelizmente estava fechado. Por sorte, encontramos no caminho uma loja de chocolate de dar água na boca, a Xocoa. Tinha chocolate de todos os tipos, formatos e combinações inusitadas de sabores. Até cerveja feita de cacau experimentamos. Voltamos com a sacola recheada. Como boa chocólatra, recomendo!

À noite, combinamos de nos encontrar com um amigo que estava morando em Barcelona, o Marquito, e ele sugeriu o bar La Champañeria. O lugar é pequeno, cosmopolita, abarrotado de gente e meio bagunçado, por isso relaxe e vá preparado para ficar um bom tempo em pé e fazer seu pedido no balcão mesmo. Isso tudo vale à pena, pois o bar tem uma vibe muito boa, pessoas animadas, mandando ver nas cavas e nos deliciosos tapas que a casa oferece. Nós adoramos o bar, a cidade e a companhia.

Nossa, nem acredito que fizemos tudo isso em menos de 3 dias!

Bjs e até a próxima ;o)

Xocoa

http://www.xocoa-bcn.com/

Carrer de Petritxol, 11, 08002 Barcelona, Espanha

 

La Champañeria

Carrer de la Reina Cristina, 7, 08003 Barcelona, Espanha

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Por que se hospedar em Las Condes?

Uma das coisas mais bacanas de viajar, além, claro, de ter experiências incríveis, é poder compartilhar essas experiências com outras pessoas. Por isso, dicas de amigos viajantes são sempre valiosas. Converse com eles, compartilhe sua vivência, seus bons momentos e também os seus perrengues. Essa troca é muito importante!

Foi pelas dicas da minha amiga Isa (também louca por viagens) e de um amigo da turma do vinho (Bruno), que resolvemos ficar no bairro de Las Condes durante nossa estada em Santiago.  A região tem muitas opções de bares, lojas de vinho e conceituados restaurantes, como os que ficam no Hotel W. Além disso, o bairro é muito tranquilo e seguro, tem um ar meio europeu e o contraste dos arranha-céus com a estonteante Cordilheira que, somado ao frio de setembro, trouxe ainda mais elegância às ruas da capital chilena.

img_6923Ficamos hospedados no La Sebastiana Suites, recomendado pela minha amiga e premiado como Traveller´s Choice 2016 pelo Trip Advisor. O lugar é tipo um studio, com sala, quarto, banheiro e uma pequena cozinha. Não tem nenhum luxo, mas é limpo, cheiroso, espaçoso, tem uma decoração simpática e aconchegante, café da manhã incluso na diária e ainda é extremamente bem localizado. Um ótimo custo benefício para quem busca conforto e também economia. Recomendo!

img_7157Um passeio que não toma muito tempo e acho interessante fazer, é subir no Sky Costanera, o prédio mais alto da América Latina, localizado dentro do Shopping Costanera Center, a poucos quarteirões do nosso hotel. Se não me engano, de 2ª à 5ª o preço é 5.000 pesos chilenos por pessoa (aprox. R$ 25 pp – câmbio set/16) e no fim de semana CLP 8.000. Lá do alto você tem uma vista lindíssima 360º de toda a cidade. Vale à pena!

img_6711Por uma feliz coincidência, encontramos no topo do Sky Costanera um casal que mora no mesmo prédio que a gente em SP, que só conhecíamos de vista, a Simone e o Alexandre. Naquele dia, marcamos de fazer juntos um passeio pelo Valle Nevado, depois saímos para jantar, conhecemos lugares bacanas, descobrimos que temos muitas coisas em comum e demos muita, muita risada. Tá vendo como viajar faz bem? Talvez, se não fosse pela viagem, hoje seríamos apenas vizinhos de elevador….

La Sebastiana Suites

http://www.lasebastiana.cl/

Dica de ouro: se precisar de táxi seguro e confiável para busca-lo no aeroporto ou fazer outros trajetos, indico o simpático e pontual Christian, credenciado oficial do aeroporto. Acertamos tudo com ele por Whatsapp (em português) e deu super certo.

Christian González (táxi)

+56 971831178 | chrisgerald99@gmail.com

 

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Coliseu, para admirar com os olhos e com o coração

Gosto da Europa por inúmeras razões, mas, principalmente, pelos contrastes entre moderno e antigo, pela riqueza de cultura e porque ela exala e respira história o tempo todo.

Ficamos apenas dois dias em Roma e acabamos conhecendo somente os principais pontos turísticos, mas certamente voltaremos para desbravar cada canto da cidade. Caminhar pelas ruas de Roma é apaixonante e a noite da capital italiana me pareceu incrivelmente rica em opções.

Acho que é impossível visitar Roma e não entrar no Coliseu. Eu não conheço ninguém que tenha cometido essa proeza. E sim, você deve tirar quantas fotos puder e quiser lá dentro, por mais clichê que possa parecer. Só não deixe de observar tudo aquilo com os olhos também. Deixe os smartphones e câmeras de lado e apenas aprecie a dimensão do que estará a sua frente.

italia-2007-071Quando saímos do metrô e demos de cara com o Coliseu fiquei cho-ca-da. Não é à toa que esse monumento é considerado uma das 7 Maravilhas do Mundo. Sua imponência é intimidante. Caminhamos pelos corredores do Coliseu e, quando encostei minhas mãos nas paredes, fiquei arrepiada. Me senti no filme de Ridley Scott, como uma gladiadora. Era como se eu mesma estivesse me preparando para uma das batalhas, que tanto divertiram os romanos na época. Fechei os olhos e tentei imaginar o chão tremendo com a força dos aplausos e a gritaria da imensa plateia, que vibrava e esperava ansiosamente pelas lutas. Me senti muito pequena lá dentro, foi uma sensação bem diferente, como nunca tinha vivido.

italia-2007-097Saindo de lá, fomos até a Piazza della Bocca della Verita, pois eu queria de qualquer jeito conhecer a famosa escultura que tanto vi nos filmes. A Bocca della Verita, ou Boca da Verdade, fica em frente à praça e é conhecida como detector de mentiras. Reza a lenda que se um mentiroso colocar a mão na boca da escultura ela irá “morder” e arrancar sua mão. Nós passamos no teste, mas que dá um frio na barriga, isso dá! E você, teria coragem de colocar sua mão lá dentro?

Reserve um tempinho para visitar o charmoso e boêmio bairro Trastevere, repleto de restaurantes e bares. Como não ficamos muito tempo em Roma, conhecemos apenas um restaurante nessa região, onde comemos uma pizza deliciosa (mas, ainda prefiro a do Brasil) acompanhada de um vinho tinto da casa. Ah, não se assuste se ao final da última garfada, o garçom aparecer com a conta, antes mesmo de você pedi-la. Isso é bem comum por lá. Apenas relaxe e aproveite o jeitinho italiano de ser!

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A vinícola mais linda que já vi

Se você for para o Chile e quiser fugir um pouco das vinícolas mais comerciais e turísticas, uma boa ideia é fazer uma visita à Viña Errazuriz, que fica na cidade de San Felipe, Vale Aconcagua.

Eu e o Mau estávamos em Santiago, ansiosos pela chegada de um casal muito querido para começar a segunda etapa da viagem: as viñas. Buscamos a Joyce e o Alexei no aeroporto e seguimos para San Felipe, a 100 km da capital chilena.

img_1166A paisagem que vimos no caminho até a vinícola é simplesmente linda. Aquele céu azul, a Cordilheira dos Andes ao fundo, a neve sendo derretida pelo sol, anunciando o fim do inverno, são de tirar o fôlego.

Chegando lá, fomos recebidos por uma vista incrível. Espelhos d’água te guiam para a casa principal. Árvores, flores e muitas plantas estão lindamente posicionadas por toda a propriedade. As montanhas ao fundo e o resto do espaço preenchido com parreiras. É praticamente uma obra de arte!

Como não tínhamos feito reserva e chegamos lá no fim da tarde, infelizmente não conseguimos fazer o tour com as degustações, mas não perdemos a viagem. Compramos uma garrafa do The Blend Collection, um assemblage das uvas Grenache, Syrah, Mourvèdre e Carignan (delicioso) e degustamos no espaço com vista para o jardim. Um cheirinho suave, parecido com o perfume da dama da noite, e o som da fonte no jardim eram o convite que precisávamos para fazermos tudo isso sem a menor pressa.

img_1183Nem me lembro quantas vinícolas já visitamos nessa vida, mas a Errazuriz foi a que mais nos impressionou. É um lugar que traz um ar de despreocupação, como se fosse possível parar o tempo por alguns instantes, sabe? Muito especial. Queria ter passado mais tempo lá…

Bem que a minha prima falou que era um passeio imperdível. Obrigada pela dica, Pri ❤

Viña Errazuriz

Calle Chorrillos 21, San Felipe, Chile

www.errazuriz.com

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Stone Town, a capital de Zanzibar

img_2979Tenho que ser honesta com vocês. Não esperem encontrar uma avenida à beira mar, que margeie o Índico e conecte vocês a todos os lados da ilha de Zanzibar. Isso não existe por ali. De onde quer que você saia, o caminho até a capital Stone Town não é nada bonito. Essa é a verdade nua e crua, mas é bom saber, para não criar expectativas.

O traslado do nosso hotel em Nungwi, até o Centro foi bem salgado (USD 100) e ainda perdemos mais de 2h dentro do carro, num sol de rachar, sem ver um pedacinho daquele lindo mar azul. Por isso, nos outros dias, preferimos curtir a piscina e a praia a fazer outros passeios.

Como comentei no post anterior, a cidade vive em extrema miséria e em condições subumanas de higiene e saúde. Por outro lado, Zanzibar tem uma das riquezas mais especiais de todas: sua gente! Um povo que poderia andar de cara feia e reclamar te tudo (com razão), mas que preferiu fazer uma escolha diferente, sendo alegre e sorridente. Praticamente um mantra, o tão falado “hakuna matata”, que em swahili significa “sem problemas”, resume bem o espírito e estilo de vida de todos os seus habitantes.

A população da ilha é basicamente muçulmana. Então, procure respeitar os hábitos e costumes locais. Por mais calor que esteja, nada de andar de shortinhos, minissaias e regatinhas (a não ser que você esteja na praia). Não é porque somos turistas que podemos ignorar suas tradições, certo?

img_2985Contratamos um guia local para nos levar aos principais pontos da Cidade de Pedra. Começamos pela casa onde nasceu e cresceu o cantor Freddie Mercury, passamos por mesquitas, museus, pelo Mercado Municipal e suas especiarias mil. Aliás, não é à toa que Zanzibar é conhecida como Spice Island, os aromas de noz moscada, canela, cardamomo, cravo e frutas perfumam todos os cantos da cidade. Também entramos numa joalheria para conhecer a tanzanite, a famosa pedra de cor violeta descoberta na Tanzania, objeto de desejo de muitas mulheres. No fim do passeio, paramos numa praça em frente ao mar, onde resolvi prestigiar os artistas de rua fazendo uma tatuagem de henna nas mãos, bastante comum na cultura local.

fullsizerenderO mais impressionante de caminhar pelas ruas da cidade é observar as largas portas de madeira talhadas, com estilo meio indiano, meio árabe, reflexo de um passado de diferentes colonizações e influências. Existem centenas de modelos e cores, todas lindas e imponentes. Compramos o pôster ao lado e eternizamos a ilha, não só  na parede de casa, mas também em nossos corações.

Dica de ouro para quem deseja conhecer a ilha de Zanzibar: procure viajar em períodos de temperaturas mais amenas. Nós fomos em setembro, bem distante do Verão e, mesmo assim, chegamos a pegar dias de quase 40 graus. É punk, meus amigos! Esse calor acaba com a gente, viu?

Quer saber mais sobre Zanzibar? Clique aqui ou aqui.

bjs e até a próxima ;o)

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Terraviña, um hotel especial no Valle Colchagua

O Valle Colchagua fica a aproximadamente 150 km de Santiago e é lá que você encontra alguns dos maiores e melhores produtores de vinhos chilenos.

Quando começamos a planejar nossa viagem, minha ideia era ficar hospedada num hotel dentro de uma vinícola. Acontece que esse pequeno luxo custa muito caro e, para falar a verdade, não sei se compensa.

Mesmo assim, já me imaginava acordando bem cedo num dia ensolarado, colocando um macacão jeans, um chapéu e uma botina para participar da colheita manual nos vinhedos. Depois, ajudando os produtores a separar as uvas e entrando naqueles barris gigantes para pisoteá-las. Coisa de filme, sabe? Eu ia AMAR.

Voltando a realidade, continuei pesquisando opções mais viáveis de hospedagem, até que encontrei o adorável Terraviña, que fica na cidade de Santa Cruz. O hotel me conquistou logo de cara pois, além de ter ótima pontuação no TripAdvisor e no Booking, ele ficava num vinhedo. Era exatamente o que buscávamos e ainda cabia no bolso.

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O hotel tem uma excelente localização. Fica próximo a bons restaurantes e às mais conceituadas vinícolas da região, como a Viu Manent, Laura Hartwig, La Postolle e a Montes (minha preferida), que em breve ganharão posts exclusivos aqui no blog.

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Os olhos estavam fechados, mas o sorriso sempre aberto!

Quando chegamos lá, fomos super bem recebidos pelo simpático Nicolas. Pensa numa pessoa que simplesmente ama o que faz, que é apaixonado pelo seu trabalho. Ele conhece muito bem a região, dá ótimas dicas, verdadeiras aulas sobre a história dos vinhos e, de quebra, ainda está estudando português para se comunicar melhor com os hóspedes brasileiros. Sem dúvida, esse é o cara. O diferencial do hotel. Uma pessoa que transborda cordialidade e simpatia, que emana uma energia contagiante. Gratidão por conhecer pessoas assim!

 

Os quartos são amplos, arejados e recebem uma deliciosa iluminação natural. A decoração é rústica, com móveis restaurados e cheios de charme. Você consegue ver o nascer do sol pela janela e o pôr do sol pela varanda. Sensacional!

img_7366Ao fundo uma piscina, local perfeito para se deliciar com uma tábua de queijos e algumas taças de vinho. Ah, para nossa alegria, o hotel dispõe daquelas máquinas de vinho que você pode tomar vários rótulos em taças, sabe? Assim, você pode provar todos os vinhos que quiser, sem ter que comprar a garrafa. Muito top, né?

img_7305O lugar não tem nenhum luxo, mas é muito especial. Traz um ar bem bucólico, onde a natureza se faz presente o tempo todo. No gramado, você se depara com delicados pés de limão siciliano, muitas plantas e flores. Para encher meu coração de alegria e fechar com chave de ouro, o hotel ainda tinha uma gatinha de estimação, chamada Sofia, que era um doce e muito carinhosa.

O conjunto de todas essas pequenas coisas fez com que nossa estadia no Terraviña fosse muito, mas muito especial.

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De Dijon à Beaune: surpresas gastronômicas

Depois de passar pelo Vale du Loire, fizemos uma parada estratégica em Dijon, comuna francesa na região administrativa de Borgonha. Ficamos hospedados por uma noite no Hotel Des Ducs, que fica bem próximo ao centro histórico da cidade.

A ideia era fazer check in, tomar um banho e cair na cama, pois na manhã seguinte teríamos quase 300 km para percorrer até a cidade de Annecy, no sul da França. Mesmo cansados da viagem, resolvemos dar uma volta, sem mapa, sem indicação, totalmente ao léu. Foi assim, por acaso, que conhecemos o Chez Gina.

img_7226O restaurante tem um jeitão meio retrô oldschool, super bem decorado e aconchegante. Para nosso delírio, o cardápio era 100% italiano. A comida é muito, mas muito gostosa. Pedimos uma burrata de entrada e, de prato principal, massas com molhos tipicamente italianos (alla rabiata e matriciana), acompanhadas de um belo filé à milanesa. BRAVO! Ah, o restaurante também tem um pequeno empório, que vende produtos italianos como massas artesanais, temperos, molhos, antepastos, polentas e outras delícias da terrinha. Adoramos e recomendo MUITO. Só digo uma coisa: foi ótimo ter deixado a preguiça de lado e ter conhecido alguns encantos da cidade.

Na manhã seguinte, pegamos a Route des Grands Crus, visitamos várias vinícolas e, antes de seguirmos para nosso destino final, fizemos mais desvio até a cidade de Beaune. Aliás, que graça de cidade. Demos uma volta e escolhemos o Brasserie Le Carnot para almoçar, francês na veia! Eu pedi um magret de canard com mel e laranja e o Mau foi de steak tartare, ambos acompanhados do vinho da casa. Quase não tomamos vinho nesse dia mesmo, que mal faria mais uma taça?! Estava tudo muito bom, mas acho que saí de lá meio alegrinha…

 

img_7261Se você for fã de mostarda e estiver na região, não deixe de fazer uma visita e reservar um tour na Edmond Fallot Moutarderie, um dos mais tradicionais e familiares produtores desse precioso condimento francês. Nós estávamos de passagem e não conseguimos fazer o tour, mas eles serviram algumas mostardas para degustação.

img_7242Preciso dizer quantos potes de mostarda trouxemos na mala? Meu Deus! Uma mais deliciosa que a outra. Tem mostarda com pimenta, wasabi, manjericão, ervas, açafrão, cassis, mel e muitos outros. Impossível é sair da loja de mãos vazias. Uma ótima opção também para presentear parentes e amigos.

 

Chez Gina

18 Rue Odebert, 21000 Dijon

 

Brasserie Le Carnot

18 Rue Carnot, 21200 Beaune

 

Edmond Fallot

31 rue du Faubourg Bretonnière – 21200, Beaune

http://www.fallot.com/en/

 

Quer saber mais sobre a Route des Grands Crus ? Clique aqui.

Conhece a bela cidade de Annecy? Clique aqui e aqui.