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Um ano de Em Cada Canto um Encanto!

A foto do post de hoje é uma das minhas favoritas. Não foi à toa que a escolhi para representar o Em Cada Canto um Encanto. Ela foi tirada em Provence, na França, há quase 3 anos. Toda vez que olho para ela, me transporto para lá, sinto o perfume dos campos de lavanda, a despreocupação com compromissos e uma adorável sensação de paz e liberdade. Todo esse encanto perdido num dos cantinhos de seus vilarejos.

Mas, hoje, não vou falar de viagens. Dia 08 de março é um dia muito especial para mim. Há exatamente um ano, resolvi criar o blog Em Cada Canto um Encanto, para compartilhar experiências sobre minhas grandes paixões: viagem, cinema, vinho e gastronomia.

Aqui, falo de tudo um pouco, mas sempre do que realmente gosto.

Escrevo para relembrar, para reviver todos os momentos incríveis que, às vezes, acabam ficando esquecidos lá no fundo da nossa memória. Escrevo para eternizar histórias. Escrevo por prazer, para me sentir plena. Escrevo para compartilhar com vocês tudo de bom que conheci nesse mundo afora.

E hoje, no Dia Internacional da Mulher, escrevo para agradecer especialmente a quatro mulheres que contribuíram, às vezes sem se dar conta, para que o Em Cada Canto um Encanto se tornasse realidade:

A minha mãe, Maria Helena, que me sempre me deu palavras de carinho, amor, força e incentivo, me fazendo acreditar que posso, sim, conquistar o mundo;

A Regina, minha acupunturista, com sua energia leve e palavras de sabedoria, em um dos poucos lugares onde fico totalmente em paz e com a mente aberta para a chegada de um turbilhão de boas ideias e ações;

A minha amiga irmã, Zanin, que nunca me deixou esquecer meus pontos fortes, minhas qualidades e há anos insistia na ideia de que eu deveria começar a escrever um blog;

A minha pequena grande amiga nerd, Cris Saemy, que, entre uma dose de paciência e muitas gargalhadas, me ajudou a entender o básico do WordPress e colocar meu blog no ar.

E agradeço imensamente ao meu marido, Mauricio, que sempre esteve ao meu lado, com sua visão realista das coisas, me trazendo de volta ao chão, me apoiando, me divertindo e, claro, sendo o melhor companheiro de viagens que eu poderia ter.

Obrigada a todos que fazem parte dessa história e acompanham nossas aventuras aqui pelo blog e também pelo Instagram, onde já temos 16 mil seguidores.

Sem vocês não teria tanto sentido ❤

Leia o 1o post publicado aqui no blog: Sob o Sol da Toscana

 

 

 

 

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A melhor pizza….de Mykonos!

Se perder pelas ruas de Mykonos é muito fácil e delicioso…

p1040595Em cada esquina, um cantinho acolhedor e cheio de charme. Em todo o caminho vemos o chão feito de pedra, janelas e portas pintadas de azul, paredes branquinhas e flores cor de rosa, que parecem ter sido escolhidas especialmente para nos encantar. É tudo tão lindo, que você passa o dia todo perambulando e nem vê o tempo passar. São tantas ruelas que nos levam para lá e para cá, que a cidade mais parece um pequeno labirinto.

Certa noite, estávamos à procura de um lugar para jantar e acabamos nos perdendo nas vielas. Depois de um tempinho caminhando (e a fome só aumentando), sem querer acabamos descobrindo a Casa di Giorgio, um autêntico e legítimo restaurante italiano no meio de Mykonos. Na entrada, fomos atendidos por um simpático italiano que falava com as mãos e transbordava simpatia. Não tivemos dúvida. Entramos.

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Por mais que eu tenha amado (e muito) a comida mediterrânea, tenho que confessar que minha raiz italiana fez meus olhos brilharem quando li as palavras pasta & pizza. Ah, como eu amo uma pizza, gente! E lá as massas são fresquinhas e as pizzas feitas em forno à lenha com aquele molho de tomate fresco dos deuses, sabe? Pode pedir qualquer sabor, que vai acertar. Que boa surpresa tivemos 🙂

Se estiver em Mykonos e for um fanático por pizza, não deixe de visitar esse verdadeiro pedaço da Itália em terras gregas e depois, me conte como foi a sua experiência.

Obs.: tive que pegar a imagem acima emprestada do restaurante, porque estava com tanta fome, que nem foto eu me lembrei de tirar….rs

Casa di Giorgio ❤

http://casadigiorgio-mykonos.gr/

info@casadigiorgio-mykonos.gr

Para ver mais informações da Grécia, veja os links abaixo:

A culinária digna dos Deuses

Um segredo bem guardado

Mykonos pé na areia

Santorini e seu majestoso pôr do sol

Atenas, onde a história ainda vive

Bjs e até semana que vem!

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Para fugir da folia: Templo Zu Lai

Vai ficar em São Paulo no Carnaval? Que tal fugir da folia dos bloquinhos e conhecer um templo budista?

Uma boa opção em São Paulo é fazer um passeio pelo Templo Zu Lai, que fica a poucos quilômetros da capital, no município de Cotia.

O templo é um verdadeiro refúgio para quem está cansado do caos das grandes cidades, do trânsito, do barulho, da “muvuca”, da tensão do trabalho, das pressões do dia a dia e do turbilhão de pensamentos, que parecem nunca nos deixar a sós.

zu-lai-6Chegando lá, você já é recepcionado por esse “Budão” simpático e sorridente. Não tem como não retribuir o sorriso. O ambiente, em meio à natureza, e o silêncio nos trazem imediatamente uma paz quase que divina. São poucos os lugares que nos permitem sentir, mesmo que por alguns minutos, tamanha sensação de serenidade.

O lugar é lindo e tem uma energia boa demais. Você pode fazer uma visita guiada ou simplesmente caminhar pelo templo e descobrir as belezas e riquezas de sua história por conta própria.

DCIM100GOPROG0031170.

Um dos objetivos da filosofia budista é purificar mentes e corações. E esse trabalho é feito por meio de ensinamentos e pensamentos, que se baseiam em 4 pilares: ações sociais, educacionais, culturais e práticas religiosas. Para isso, há salas de meditação, espaços onde são realizadas as cerimônias e onde todos esses ensinamentos são postos em prática pelos monges e seus discípulos.

Há um museu, que conta um pouco da história do templo e da cultura budista e uma lojinha, com uma vasta literatura sobre o tema e muitas opções de presentes, que costumam trazer proteção e boa sorte. Também há atividades pagas, como cursos de meditação, artes marciais, língua e culinária chinesas.

Para os que estão à procura de uma experiência mais imersiva e intensa, é possível fazer um retiro nesse feriado (de 25 a 28/fevereiro) com direito a aulas, meditações e participação em cerimônias. As inscrições podem ser feitas pelo site.

IMPORTANTE: antes de ir, leia com atenção as regras da etiqueta budista no site, e lembre-se de respeitar esse local sagrado!

Bjs e bom feriado a todos! 🙂

Templo Zu Lai

http://www.templozulai.org.br/

zulai@templozulai.org.br

tel. 11 3500-3600

Para ver outras opções em São Paulo, veja os links abaixo:

Os encantos da Vila

Insalata, uma relação afetivo-gastronômica

 

 

 

 

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Procurando hotel em Provence?

Não me canso de dizer que os pequenos vilarejos sempre me encantaram mais do que as grandes cidades. Não que elas não sejam incríveis. São sim. Mas, na minha opinião, as pequenas vilas expressam com mais intensidade a alma do lugar, o estilo de vida de seus habitantes. E volto a dizer: o tempo parece passar mais devagar nesses lugares.

Costumamos nos hospedar em hotéis que têm a cara do destino que estamos visitando, evitando ficar em hotéis de rede, padronizados. É claro que o risco de encontrar algo que não nos agrade acaba sendo maior, mas normalmente temos acertado!

img_7655Localizado no coração do Parque Luberon, e com uma linda vista para o vilarejo de Gordes, o hotel La Ferme de la Huppe foi a nossa escolha para três dos quatro dias que passamos em Provence.

 

O caminho que nos leva até ele vai aos poucos mostrando a beleza da região. Céu azul, casinhas de pedra com janelas verde água, parreiras e campos de lavanda, que parecem dançar com o sopro dos ventos. É tudo tão lindo, que você se pergunta se é real mesmo.

Travellers´choice 2016 no Tripadvisor, o hotel faz jus à posição que ocupa.

Fomos recepcionados pelo proprietário que, com muita gentileza, fez questão de que nos sentíssemos em casa. O atendimento de todo staff é bem caseiro, no melhor sentido da palavra. É como se todos os hóspedes fizessem parte de uma grande família.

Com apenas dez habitações, o La Ferme de la Huppe é bastante procurado. O estilo provençal está impresso em cada cantinho do hotel, bem rústico, decorado com muita madeira e pedra. O jardim é belíssimo, com muito verde, imponentes ciprestes e delicadas lavandas, que enfeitam e perfumam toda a propriedade. O delicioso café da manhã é servido na varanda, em frente à piscina, ao som dos passarinhos cantando, com direito a produtos frescos da região e queijo de cabra da fazenda. Ah, eles também oferecem alimentos sem lactose, é só informar no momento da reserva!

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Apesar de ser tão linda quanto as demais, não recomendo a acomodação chamada L´amandier para pessoas que valorizam amplo espaço e ventilação, pois ela é bem pequena (18m2). De resto, tudo nota 10! Me hospedaria lá novamente, com certeza.

Depois de um passeio pelo vilarejo de Gordes, peça um bom vinho e uma tábua de queijos, sente-se à beira da piscina e aproveite o fim de tarde na bela Provence.

La Ferme de la Huppe

info@lafermedelahuppe.com

http://www.lafermedelahuppe.com/

*Quer saber mais sobre Provence? Veja os links abaixo ❤

Girassóis em Provence

O vilarejo de St. Rémy

Um achado em Ménerbes

Mais aromas e sabores de Provence

 

 

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Diga sim a Tóquio!

tokyoNome: Caio Barbosa Kaku

 Ocupação: Estudante do último ano de Medicina

Quem é você?

Um jovem de 23 anos, extremamente curioso e eclético em tudo. É o primeiro a agitar um festival de música eletrônica, mas também nunca perde a chance de tocar um bom samba. Gosta igualmente de jogar conversa fora, bebendo uma cerveja no boteco da esquina, ou de ver um filme com amigos em casa, tomando um vinho bacana.

“Para mim, com boas companhias, tudo vale à pena. Quem escolhe se restringir, está jogando a vida fora” – diz ele. 

Qual o lugar mais incrível que você já visitou? 

De longe, Tóquio, Japão.

 O que despertou seu interesse para fazer essa viagem?

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Caio no aparelho de cirurgia robótica para treinamento – Hospital Keio University

O Japão sempre foi um lugar que eu quis conhecer mas, pela distância e pelo idioma, essa viagem parecia um sonho distante, impossível. Há dois anos, fui convidado para participar de um estágio em um hospital de Tóquio e, a partir do convite, fiz de tudo para agarrar essa oportunidade.

 

Conte um pouco do seu dia a dia. O que mais gostou/te impressionou?  

Por conta do estágio, minha viagem não foi aquela típica de turismo, mas isso me permitiu entrar de cabeça na rotina do Japão e conhecer muitos japoneses. Nisso, duas coisas já chamaram muito a atenção: a organização de Tóquio e como os japoneses fazem questão de receber bem um convidado.

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Na grelha: intestino de porco!

Minha principal dica para quem vai conhecer a cidade: venha preparado para não ficar parado, para se jogar no desconhecido. Por ser organizada e extremamente segura, Tóquio é uma cidade que permite e, até mesmo, exige isso, pois suas melhores surpresas nem sempre estão à vista. Muitas vezes, os melhores restaurantes, as experiências únicas, estão no quarto andar de um prédio, cuja fachada não sugere nada, ou na última estação da linha do trem. E, repito: apesar de sentir uma certa distância, não encontrei um japonês que não tenha sido educado e receptivo.

 

Tem alguma recomendação ou dica para os nossos leitores? Um restaurante, uma vista, uma experiência imperdível?

Aqui me dá vontade de escrever sem parar, mas vou tentar resumir o melhor mês da minha vida em algumas dicas:

  1. Fiquem espertos quanto ao visto japonês. Existem diferentes categorias, e todas tem um prazo de validade rígido.
  2. Mesmo em Tóquio, capital do Japão, NÃO é comum encontrar alguém que fale inglês. Mesmo se encontrar, os japoneses são extremamente reservados e não existe muita abertura para conversa. Ressalto novamente, Tóquio será um mergulho no desconhecido!
  3. Para quem não tem tantos pudores, não deixem de conhecer alguma das casas de banho com águas termais japonesas. Para se banhar, há uma separação entre os sexos (casais, vocês serão separados!), e é obrigatório entrar totalmente pelado.
  4. Se forem na temporada, não percam uma luta de sumô. É fácil de entender e dá pra se divertir muito vendo tanto o esporte, como a torcida.sumo
  5. Para quem curte uma balada, a que eu mais gostei foi a Womb. Lembra bastante a D-Edge, em São Paulo, com vários andares e muitos estrangeiros.
  6. Se for para escolher apenas um templo, vão no Sensoji, que fica em Asakusa. É o mais antigo e o mais bonito dos que eu vi e o mercado que tem em frente ao templo é incrível!templo-sensoji-asakusa

Se pudesse descrever em poucas palavras a sensação de estar ali, o que diria?            Tóquio é a convivência da forma mais harmoniosa entre o tradicional e o moderno. É a sensação de liberdade para explorar inúmeras oportunidades, numa cidade confinada. É se sentir seguro no meio do caos de uma metrópole. É o melhor mergulho no desconhecido.

 

JOGO RÁPIDO por Caio Kaku

kare-udonComida mais deliciosa: Kare Udon (sugiro MUITO o do restaurante Senkichi), uma sopa de curry japonês, muito bem temperada e apimentada na medida certa para quem, como eu, não é muito chegado em comida picante.

Uma bebida para acompanhar: Umeshu, um licor de ameixa típico do Japão

Paisagem mais encantadora: Monte Fuji. Vale gastar um dia inteiro indo ao Lago Kawaguchi só para vê-lo.

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Para quantos países você já foi? Com o Brasil, 10 países

Próximo destino:  Nada programado ainda, vou onde aparecer a oportunidade! Mas, se depender de mim, Turquia ou algum lugar da África.

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2 Vinícolas imperdíveis no Valle Colchagua

O Valle Colchagua é um verdadeiro deleite para os apreciadores de vinhos chilenos. As condições climáticas e geográficas da região favorecem a produção de vinhos de excelente qualidade. Lá, existem vinícolas de todos os portes e para todos os gostos, mas o bom mesmo é degustar os vinhos e admirar a belíssima paisagem.

Ficamos quatro dias no Valle Colchagua e visitamos algumas vinícolas da região. Hoje vou falar de duas que considero imperdíveis: La Postolle e Montes.

img_1281A La Postolle produz vinhos orgânicos e biodinâmicos, isso quer dizer que todos os fatores envolvidos na produção (solo, plantas, humanos e animais) atuam num sistema holístico, harmonioso e autossustentável, preocupado não somente com a qualidade, mas também com a preservação da natureza e uso consciente de seus recursos. É um trabalho bem manual mesmo.

Além do tour pela propriedade, você pode fazer a degustação de quatro tipos de vinho, incluindo seu ícone, o Clos Apalta, super premiado mundo afora. Caso queira ampliar sua experiência, você também pode se hospedar dentro da La Postolle por uma quantia, na minha opinião, um pouco alta. Vi pelo site que as instalações são muito bacanas, mas, sinceramente, não sei se vale à pena.

Em termos de estrutura e beleza, achei a Montes bem mais rica e completa. A propriedade onde ficam os vinhedos é lindíssima e todo o interior foi projetado com base no Feng Shui, utilizando a força da água e do vento para que as energias positivas possam influenciar o ambiente. Acho que deu certo, viu?!

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A degustação é muito legal, pois temos uma verdadeira aula sobre o processo de produção utilizado, o dry farmed, em que eles irrigam o mínimo possível os vinhedos (economizando 65% de água) para que eles busquem os nutrientes por meio de suas raízes mais profundas, tornando-se mais fortes e, consequentemente, produzindo vinhos mais complexos. Eu achei incrível!

Particularmente, prefiro os vinhos da Montes aos da La Postolle. Eles agradam mais o meu paladar. E acho que isso é o que mais importa: saborear um vinho pelo prazer que ele te dá e não por ele ser um ícone mundialmente reconhecido e premiado. Certo?

Ao final do tour, aproveite para comprar os vinhos que, em média, custam 1/3 do preço que pagamos aqui no Brasil. Vale M-U-I-T-O à pena. Depois, sente-se à beira dos espelhos d’água e almoce no Bistrô Alfredo, com uma vista incrível dos vinhedos. Se for fã de frutos do mar, recomendo o polvo à vinagrete. É de cair o queixo.

Dica: como todas as vinícolas da região, é bom reservar tour, degustação e almoço com antecedência.

La Postolle

www.lapostolle.com

closapaltatours@lapostolle.com

Montes ❤

www.monteswines.com

lafinca@monteswines.com

Por hoje é só. Espero que tenham gostado das dicas!

bjs e até a próxima ;o)

obs.: quer saber mais sobre as vinícolas chilenas? Clique aqui e aqui.

 

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10 lugares para conhecer antes de partir

Nessas férias assisti novamente Antes de Partir (The Bucket List), estrelado pelos brilhantes Morgan Freeman e Jack Nickolson, que por si só já fariam desse filme um grande sucesso. O melhor é que, além de uma atuação impecável, ele traz também uma boa história.

Cinéfila confessa, não me lembro quantas vezes já assisti, gargalhei e me emocionei com a trama. Seus personagens, completamente antagônicos, se encontram num quarto de hospital como pacientes terminais e, com o tempo, criam empatia um pelo outro e iniciam uma amizade. Um deles, simples, simpático e sábio e o outro, presunçoso, arrogante e milionário. Juntos, eles decidem fazer uma lista de coisas que precisam fazer antes de morrer e fogem do hospital para aproveitar o tantinho de vida que lhes resta, realizando seus últimos desejos. Nessa aventura, acabam enxergando o que realmente tem valor nessa vida: a família, o amor e a felicidade.

Associando o filme a minha outra paixão, que é viajar e desbravar o mundo, fiquei pensando em quais lugares eu gostaria de ir antes de partir, do que eu gostaria de ver, sentir e experimentar. Experiências e paisagens de tirar o fôlego, lavar a alma e me fazer agradecer ainda mais pela vida. Lugares cheios de história, de encantos. Lugares que me trouxessem um significado especial.

Segue minha lista com os Top 10 (em ordem aleatória, e não de prioridade).

  1. Presenciar o fenômeno da Aurora Boreal (Top 5)
  2. Andar de balão na Turquia (clique aqui para ver uma entrevista inspiradora)
  3. Conhecer a Grande Muralha da China e os Guerreiros de Xian
  4. Fazer a Costa do Adriático de carro, passando pela Croácia, Eslovênia, Bósnia Montenegro e Riviera Albanesa. Esta viagem já estamos planejando há um tempo, só falta o câmbio dar aquela mãozinha! (Top 5)
  5. Ver de perto o Monte Fuji, conhecer Kyoto e outras cidades do interior do Japão. Tenho verdadeira paixão, respeito e admiração pela tradicional cultura japonesa e a certeza de que seria uma viagem inesquecível. (Top5)
  6. Passear pelas ruas charmosas de Amsterdã, na Holanda
  7. Desbravar Portugal de ponta a ponta
  8. Passear de camelo no Marrocos (Top 5)
  9. Escócia, Irlanda e Inglaterra
  10. Imersão na cultura asiática: Tailândia, Vietnã, Myanmar, Camboja, Laos (Top 5).

obs.: como nunca estive em nenhum desses lugares, selecionei algumas fotos públicas e lindas que encontrei em ferramentas de busca e peço licença aos fotógrafos para compartilhá-las com os leitores!

Foi muito gostoso escrever esse post e, ao mesmo tempo, bem difícil. Deu vontade de repetir alguns lugares que conheço e gostaria de voltar. Deu dor no coração de cortar alguns outros que eu tinha colocado na lista….

É, gente, escolher os Top 10 entre tantos lugares incríveis nesse mundão afora não é mole não!

E você, quais lugares colocaria na sua lista de desejos para conhecer antes de partir?

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Reims, a terra do champagne!

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Ir para Paris e não passar pela região de Champagne é um pecado, pelo menos para os amantes da bebida, como eu. É lá que são produzidos os autênticos e verdadeiros champagnes, os únicos que realmente podem ser chamados como tal.

Demos uma apertada no roteiro para incluir um bate e volta até a cidade de Reims, que fica a aproximadamente 150 km da capital francesa e abriga as mais famosas caves da região: Pommery, Veuve Clicquot, Ruinart, Demoiselle, Taittinger e muitas outras.

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img_6878Já que sou fã da marca, escolhi visitar a Veuve Clicquot. No estacionamento, só carrão de luxo e o nosso carrinho alugado. Por alguns instantes, me senti na Ilha de Caras. O lugar já era bonito do lado de fora, imaginem por dentro. Um truck estiloso e meio vintage estacionado no belo jardim servia como vitrine para promover alguns dos produtos, que estão à venda no interior da Maison. Impossível sair com as mãos vazias! rs..

img_6930O tour guiado conta a história da Madame Clicquot, a viúva que decidiu tomar as rédeas da empresa após a morte do marido e conseguiu expandir seu negócio com excelência. Depois, passa por uma aula sobre o processo de produção e armazenamento dessa maravilha dos deuses, direto das caves, e termina com uma deliciosa degustação. Esse tour que escolhemos, durou cerca de 1 hora e custou algo em torno de 35 euros por pessoa. Dicas: a temperatura lá embaixo é muito fria, levem agasalho. Ah, fiquem atentos aos feriados locais e agendem seu tour previamente pelos sites!

Se tiver tempo, dê uma esticada até a cidade de Épernay para visitar a Möet & Chandon e a Mercier. Infelizmente não conseguimos ir, mas elas também devem ser incríveis!

img_6961Demos um passeio rápido pela cidade, que é simplesmente encantadora. Reims me pareceu um lugar muito tranquilo. Suas ruas pacatas são arborizadas, extremamente limpas e cheias de verde. A arquitetura dos pequenos prédios dá à cidade um charme extra. A Catedral de estilo gótico, mesmo em reforma, era imponente e contrastava com o lindo céu azul daquele dia. Gostaria de voltar e ficar hospedada pelo menos uns dois dias por lá 🙂

Maison Veuve Clicquot

https://www.veuveclicquot.com/pt-br

visitscenter@veuve-clicquot.fr

1, place des droits de l’Homme

51100 Reims

Quer saber mais sobre a França? Clique aqui ou aqui.

 

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Valle Nevado. Vale?

Lembra daquele casal que comentei no post sobre Santiago? Pois é, foi graças aquele encontro casual que resolvemos incluir o Valle Nevado no nosso roteiro e iniciamos uma boa amizade. Naquele dia, combinamos de fazer o passeio juntos para resolver o dilema “os homens querem fazer snowboard e as mulheres não”.

Contratamos um guia/motorista super gente boa para nos levar até lá, o Pablo, indicado pela recepção do hotel Marriot, onde nossos amigos estavam hospedados. Ele conhece a região e o país como a palma da mão e nos deu uma aula sobre economia, política e cultura locais.

A estradinha que nos leva da capital ao topo do Valle Nevado é conhecida e temida por suas curvas fechadas “estilo cotovelo”. Ao todo são 60. Por isso, a primeira dica é: não exagere no café da manhã ou sofrerá as consequências…rs. Outra dica importante é deixar ao menos um dos vidros do carro aberto. Parece que isso ameniza um pouco os efeitos da altitude. Ah, e pare no mirador da curva 32 para tirar uma bela foto!

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Mau, pronto para surfar na neve!

Mesmo quem não vai fazer ski ou snowboard deve alugar botas apropriadas para neve. Se quiser pagar mais barato pelo aluguel dos apetrechos, uma boa pedida é a loja à beira da estrada que nos leva ao Valle. Só não espere grandes demonstrações de cordialidade nesse lugar. Pense num espaço pequeno, pouco organizado e cheio de gente experimentando coisas ao mesmo tempo. É isso aí, uma zona! Já as pranchas de snow, alugamos no complexo do próprio Valle Nevado. Lá sim, você vê organização, equipamentos novos e cheios de estilo, mas também vê preços bem mais salgados…

 

img_7033Chegando lá, compramos os tickets e subimos pelo teleférico até o topo das montanhas. Meu marido parecia uma criança chegando no parque de diversão pela primeira vez. Ele e o Alexandre foram fazer uma aula para principiantes e, minutos depois, já mandaram ver na pista. Enquanto isso, eu e a Simone ficamos apreciando a paisagem e dando risada dos capotes alheios. Nem sei dizer quantas vezes o Mau subiu naquele teleférico e desceu pelas montanhas, mas vê-lo feliz daquele jeito, me encheu de alegria e tive a certeza de que o passeio valeu demais à pena!

Estávamos em setembro, já no fim do inverno, mas as montanhas ainda estavam cobertas de neve. Foi o branco mais branco que já vi, envolvendo boa parte da Cordilheira. Parecia que não existia nada entre mim e o céu. Era como se eu pudesse esticar minha mão e alcança-lo. Que coisa linda de se ver! Amei.

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Por isso, minha sugestão é: mesmo se você não curtir ski ou snow, não deixe de ir. Leve uma garrafa de vinho, queijos e petiscos e faça um piquenique na neve, se for o caso, mas vá. A vista é tão impressionante e linda, que merece ser contemplada.

Afinal, o Valle Nevado vale sim. E muito ❤

Pablo Dahud – motorista/guia

+56 9 91391283

pablodahud@gmail.com

Quer saber mais sobre o Chile? Clique aqui , aqui ou aqui.