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Barcelona em menos de 3 dias

Barcelona foi a primeira cidade da Europa que conhecemos, há mais de dez anos. Isso por si só, já nos trouxe uma carga de emoção bem grande. Afinal, quem nunca sonhou em conhecer o Velho Mundo, né?

italia-2007-137Foram apenas dois dias e meio hospedados num hotel um pouco afastado do centro. Foi uma coisa bacana, pois caminhávamos bastante para chegar ao metrô e, foi assim, que soubemos da existência do Roserar de Cervantes, um parque muito bonito e bem preservado, com diversos tipos de rosas e outras flores, que alegraram nossa caminhada.

Nossa primeira parada oficial foi no Parc Güell, que apresenta, através das obras de Gaudí, a perfeita combinação da arte e da arquitetura. A beleza natural e os detalhes das obras feitas em mosaico nos encantaram. Sem dúvida um dos parques mais lindos que já vimos.

Almoçamos uma deliciosa paella catalã num restaurante no meio de La Rambla, a avenida mais famosa de Barcelona, repleta de lojinhas, bares, cafés, artistas de rua, muitos turistas e, consequentemente, pick pockets (batedores de carteira). É bom não dar bobeira nessa região.

italia-2007-272No dia seguinte, passamos pela muralha romana, fomos no Museu Picasso e no Dalí e pegamos um daqueles ônibus hop-on/hop-off para ver (de longe) outras construções e pontos turísticos da cidade. Como o tempo era curto, tivemos que optar pelos hot spots que não perderíamos por nada nesse mundo!

italia-2007-200Visitamos a Sagrada Família, que estava sendo restaurada, mas de forma alguma perdeu sua majestade e imponência. A arquitetura neogótica é realmente impressionante, assim como a vista panorâmica lá de cima. Os mais de 400 degraus da descida deixaram nossas pernas bambas e a sensação de dever cumprido.

Seguimos pelas charmosas ruas da cidade e demos de cara com o Museu de la Xocolata, que infelizmente estava fechado. Por sorte, encontramos no caminho uma loja de chocolate de dar água na boca, a Xocoa. Tinha chocolate de todos os tipos, formatos e combinações inusitadas de sabores. Até cerveja feita de cacau experimentamos. Voltamos com a sacola recheada. Como boa chocólatra, recomendo!

À noite, combinamos de nos encontrar com um amigo que estava morando em Barcelona, o Marquito, e ele sugeriu o bar La Champañeria. O lugar é pequeno, cosmopolita, abarrotado de gente e meio bagunçado, por isso relaxe e vá preparado para ficar um bom tempo em pé e fazer seu pedido no balcão mesmo. Isso tudo vale à pena, pois o bar tem uma vibe muito boa, pessoas animadas, mandando ver nas cavas e nos deliciosos tapas que a casa oferece. Nós adoramos o bar, a cidade e a companhia.

Nossa, nem acredito que fizemos tudo isso em menos de 3 dias!

Bjs e até a próxima ;o)

Xocoa

http://www.xocoa-bcn.com/

Carrer de Petritxol, 11, 08002 Barcelona, Espanha

 

La Champañeria

Carrer de la Reina Cristina, 7, 08003 Barcelona, Espanha

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Por que se hospedar em Las Condes?

Uma das coisas mais bacanas de viajar, além, claro, de ter experiências incríveis, é poder compartilhar essas experiências com outras pessoas. Por isso, dicas de amigos viajantes são sempre valiosas. Converse com eles, compartilhe sua vivência, seus bons momentos e também os seus perrengues. Essa troca é muito importante!

Foi pelas dicas da minha amiga Isa (também louca por viagens) e de um amigo da turma do vinho (Bruno), que resolvemos ficar no bairro de Las Condes durante nossa estada em Santiago.  A região tem muitas opções de bares, lojas de vinho e conceituados restaurantes, como os que ficam no Hotel W. Além disso, o bairro é muito tranquilo e seguro, tem um ar meio europeu e o contraste dos arranha-céus com a estonteante Cordilheira que, somado ao frio de setembro, trouxe ainda mais elegância às ruas da capital chilena.

img_6923Ficamos hospedados no La Sebastiana Suites, recomendado pela minha amiga e premiado como Traveller´s Choice 2016 pelo Trip Advisor. O lugar é tipo um studio, com sala, quarto, banheiro e uma pequena cozinha. Não tem nenhum luxo, mas é limpo, cheiroso, espaçoso, tem uma decoração simpática e aconchegante, café da manhã incluso na diária e ainda é extremamente bem localizado. Um ótimo custo benefício para quem busca conforto e também economia. Recomendo!

img_7157Um passeio que não toma muito tempo e acho interessante fazer, é subir no Sky Costanera, o prédio mais alto da América Latina, localizado dentro do Shopping Costanera Center, a poucos quarteirões do nosso hotel. Se não me engano, de 2ª à 5ª o preço é 5.000 pesos chilenos por pessoa (aprox. R$ 25 pp – câmbio set/16) e no fim de semana CLP 8.000. Lá do alto você tem uma vista lindíssima 360º de toda a cidade. Vale à pena!

img_6711Por uma feliz coincidência, encontramos no topo do Sky Costanera um casal que mora no mesmo prédio que a gente em SP, que só conhecíamos de vista, a Simone e o Alexandre. Naquele dia, marcamos de fazer juntos um passeio pelo Valle Nevado, depois saímos para jantar, conhecemos lugares bacanas, descobrimos que temos muitas coisas em comum e demos muita, muita risada. Tá vendo como viajar faz bem? Talvez, se não fosse pela viagem, hoje seríamos apenas vizinhos de elevador….

La Sebastiana Suites

http://www.lasebastiana.cl/

Dica de ouro: se precisar de táxi seguro e confiável para busca-lo no aeroporto ou fazer outros trajetos, indico o simpático e pontual Christian, credenciado oficial do aeroporto. Acertamos tudo com ele por Whatsapp (em português) e deu super certo.

Christian González (táxi)

+56 971831178 | chrisgerald99@gmail.com

 

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Coliseu, para admirar com os olhos e com o coração

Gosto da Europa por inúmeras razões, mas, principalmente, pelos contrastes entre moderno e antigo, pela riqueza de cultura e porque ela exala e respira história o tempo todo.

Ficamos apenas dois dias em Roma e acabamos conhecendo somente os principais pontos turísticos, mas certamente voltaremos para desbravar cada canto da cidade. Caminhar pelas ruas de Roma é apaixonante e a noite da capital italiana me pareceu incrivelmente rica em opções.

Acho que é impossível visitar Roma e não entrar no Coliseu. Eu não conheço ninguém que tenha cometido essa proeza. E sim, você deve tirar quantas fotos puder e quiser lá dentro, por mais clichê que possa parecer. Só não deixe de observar tudo aquilo com os olhos também. Deixe os smartphones e câmeras de lado e apenas aprecie a dimensão do que estará a sua frente.

italia-2007-071Quando saímos do metrô e demos de cara com o Coliseu fiquei cho-ca-da. Não é à toa que esse monumento é considerado uma das 7 Maravilhas do Mundo. Sua imponência é intimidante. Caminhamos pelos corredores do Coliseu e, quando encostei minhas mãos nas paredes, fiquei arrepiada. Me senti no filme de Ridley Scott, como uma gladiadora. Era como se eu mesma estivesse me preparando para uma das batalhas, que tanto divertiram os romanos na época. Fechei os olhos e tentei imaginar o chão tremendo com a força dos aplausos e a gritaria da imensa plateia, que vibrava e esperava ansiosamente pelas lutas. Me senti muito pequena lá dentro, foi uma sensação bem diferente, como nunca tinha vivido.

italia-2007-097Saindo de lá, fomos até a Piazza della Bocca della Verita, pois eu queria de qualquer jeito conhecer a famosa escultura que tanto vi nos filmes. A Bocca della Verita, ou Boca da Verdade, fica em frente à praça e é conhecida como detector de mentiras. Reza a lenda que se um mentiroso colocar a mão na boca da escultura ela irá “morder” e arrancar sua mão. Nós passamos no teste, mas que dá um frio na barriga, isso dá! E você, teria coragem de colocar sua mão lá dentro?

Reserve um tempinho para visitar o charmoso e boêmio bairro Trastevere, repleto de restaurantes e bares. Como não ficamos muito tempo em Roma, conhecemos apenas um restaurante nessa região, onde comemos uma pizza deliciosa (mas, ainda prefiro a do Brasil) acompanhada de um vinho tinto da casa. Ah, não se assuste se ao final da última garfada, o garçom aparecer com a conta, antes mesmo de você pedi-la. Isso é bem comum por lá. Apenas relaxe e aproveite o jeitinho italiano de ser!

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A vinícola mais linda que já vi

Se você for para o Chile e quiser fugir um pouco das vinícolas mais comerciais e turísticas, uma boa ideia é fazer uma visita à Viña Errazuriz, que fica na cidade de San Felipe, Vale Aconcagua.

Eu e o Mau estávamos em Santiago, ansiosos pela chegada de um casal muito querido para começar a segunda etapa da viagem: as viñas. Buscamos a Joyce e o Alexei no aeroporto e seguimos para San Felipe, a 100 km da capital chilena.

img_1166A paisagem que vimos no caminho até a vinícola é simplesmente linda. Aquele céu azul, a Cordilheira dos Andes ao fundo, a neve sendo derretida pelo sol, anunciando o fim do inverno, são de tirar o fôlego.

Chegando lá, fomos recebidos por uma vista incrível. Espelhos d’água te guiam para a casa principal. Árvores, flores e muitas plantas estão lindamente posicionadas por toda a propriedade. As montanhas ao fundo e o resto do espaço preenchido com parreiras. É praticamente uma obra de arte!

Como não tínhamos feito reserva e chegamos lá no fim da tarde, infelizmente não conseguimos fazer o tour com as degustações, mas não perdemos a viagem. Compramos uma garrafa do The Blend Collection, um assemblage das uvas Grenache, Syrah, Mourvèdre e Carignan (delicioso) e degustamos no espaço com vista para o jardim. Um cheirinho suave, parecido com o perfume da dama da noite, e o som da fonte no jardim eram o convite que precisávamos para fazermos tudo isso sem a menor pressa.

img_1183Nem me lembro quantas vinícolas já visitamos nessa vida, mas a Errazuriz foi a que mais nos impressionou. É um lugar que traz um ar de despreocupação, como se fosse possível parar o tempo por alguns instantes, sabe? Muito especial. Queria ter passado mais tempo lá…

Bem que a minha prima falou que era um passeio imperdível. Obrigada pela dica, Pri ❤

Viña Errazuriz

Calle Chorrillos 21, San Felipe, Chile

www.errazuriz.com

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Stone Town, a capital de Zanzibar

img_2979Tenho que ser honesta com vocês. Não esperem encontrar uma avenida à beira mar, que margeie o Índico e conecte vocês a todos os lados da ilha de Zanzibar. Isso não existe por ali. De onde quer que você saia, o caminho até a capital Stone Town não é nada bonito. Essa é a verdade nua e crua, mas é bom saber, para não criar expectativas.

O traslado do nosso hotel em Nungwi, até o Centro foi bem salgado (USD 100) e ainda perdemos mais de 2h dentro do carro, num sol de rachar, sem ver um pedacinho daquele lindo mar azul. Por isso, nos outros dias, preferimos curtir a piscina e a praia a fazer outros passeios.

Como comentei no post anterior, a cidade vive em extrema miséria e em condições subumanas de higiene e saúde. Por outro lado, Zanzibar tem uma das riquezas mais especiais de todas: sua gente! Um povo que poderia andar de cara feia e reclamar te tudo (com razão), mas que preferiu fazer uma escolha diferente, sendo alegre e sorridente. Praticamente um mantra, o tão falado “hakuna matata”, que em swahili significa “sem problemas”, resume bem o espírito e estilo de vida de todos os seus habitantes.

A população da ilha é basicamente muçulmana. Então, procure respeitar os hábitos e costumes locais. Por mais calor que esteja, nada de andar de shortinhos, minissaias e regatinhas (a não ser que você esteja na praia). Não é porque somos turistas que podemos ignorar suas tradições, certo?

img_2985Contratamos um guia local para nos levar aos principais pontos da Cidade de Pedra. Começamos pela casa onde nasceu e cresceu o cantor Freddie Mercury, passamos por mesquitas, museus, pelo Mercado Municipal e suas especiarias mil. Aliás, não é à toa que Zanzibar é conhecida como Spice Island, os aromas de noz moscada, canela, cardamomo, cravo e frutas perfumam todos os cantos da cidade. Também entramos numa joalheria para conhecer a tanzanite, a famosa pedra de cor violeta descoberta na Tanzania, objeto de desejo de muitas mulheres. No fim do passeio, paramos numa praça em frente ao mar, onde resolvi prestigiar os artistas de rua fazendo uma tatuagem de henna nas mãos, bastante comum na cultura local.

fullsizerenderO mais impressionante de caminhar pelas ruas da cidade é observar as largas portas de madeira talhadas, com estilo meio indiano, meio árabe, reflexo de um passado de diferentes colonizações e influências. Existem centenas de modelos e cores, todas lindas e imponentes. Compramos o pôster ao lado e eternizamos a ilha, não só  na parede de casa, mas também em nossos corações.

Dica de ouro para quem deseja conhecer a ilha de Zanzibar: procure viajar em períodos de temperaturas mais amenas. Nós fomos em setembro, bem distante do Verão e, mesmo assim, chegamos a pegar dias de quase 40 graus. É punk, meus amigos! Esse calor acaba com a gente, viu?

Quer saber mais sobre Zanzibar? Clique aqui ou aqui.

bjs e até a próxima ;o)

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De Dijon à Beaune: surpresas gastronômicas

Depois de passar pelo Vale du Loire, fizemos uma parada estratégica em Dijon, comuna francesa na região administrativa de Borgonha. Ficamos hospedados por uma noite no Hotel Des Ducs, que fica bem próximo ao centro histórico da cidade.

A ideia era fazer check in, tomar um banho e cair na cama, pois na manhã seguinte teríamos quase 300 km para percorrer até a cidade de Annecy, no sul da França. Mesmo cansados da viagem, resolvemos dar uma volta, sem mapa, sem indicação, totalmente ao léu. Foi assim, por acaso, que conhecemos o Chez Gina.

img_7226O restaurante tem um jeitão meio retrô oldschool, super bem decorado e aconchegante. Para nosso delírio, o cardápio era 100% italiano. A comida é muito, mas muito gostosa. Pedimos uma burrata de entrada e, de prato principal, massas com molhos tipicamente italianos (alla rabiata e matriciana), acompanhadas de um belo filé à milanesa. BRAVO! Ah, o restaurante também tem um pequeno empório, que vende produtos italianos como massas artesanais, temperos, molhos, antepastos, polentas e outras delícias da terrinha. Adoramos e recomendo MUITO. Só digo uma coisa: foi ótimo ter deixado a preguiça de lado e ter conhecido alguns encantos da cidade.

Na manhã seguinte, pegamos a Route des Grands Crus, visitamos várias vinícolas e, antes de seguirmos para nosso destino final, fizemos mais desvio até a cidade de Beaune. Aliás, que graça de cidade. Demos uma volta e escolhemos o Brasserie Le Carnot para almoçar, francês na veia! Eu pedi um magret de canard com mel e laranja e o Mau foi de steak tartare, ambos acompanhados do vinho da casa. Quase não tomamos vinho nesse dia mesmo, que mal faria mais uma taça?! Estava tudo muito bom, mas acho que saí de lá meio alegrinha…

 

img_7261Se você for fã de mostarda e estiver na região, não deixe de fazer uma visita e reservar um tour na Edmond Fallot Moutarderie, um dos mais tradicionais e familiares produtores desse precioso condimento francês. Nós estávamos de passagem e não conseguimos fazer o tour, mas eles serviram algumas mostardas para degustação.

img_7242Preciso dizer quantos potes de mostarda trouxemos na mala? Meu Deus! Uma mais deliciosa que a outra. Tem mostarda com pimenta, wasabi, manjericão, ervas, açafrão, cassis, mel e muitos outros. Impossível é sair da loja de mãos vazias. Uma ótima opção também para presentear parentes e amigos.

 

Chez Gina

18 Rue Odebert, 21000 Dijon

 

Brasserie Le Carnot

18 Rue Carnot, 21200 Beaune

 

Edmond Fallot

31 rue du Faubourg Bretonnière – 21200, Beaune

http://www.fallot.com/en/

 

Quer saber mais sobre a Route des Grands Crus ? Clique aqui.

Conhece a bela cidade de Annecy? Clique aqui e aqui.

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Cape winelands e cafuné nos cheetahs!

Depois de algumas degustações de vinho em Stellenbosch, fomos até a cidadezinha de Franschhoek para almoçar no La Petite Ferme, que foge um pouco dos roteiros mais turísticos das winelands próximas à Cape Town.

img_2205A vista estonteante dos vinhedos e montanhas, o clima bucólico e caseiro, o ar puro da fazenda, a natureza em abundância, tudo isso faz com que o lugar se torne incrivelmente encantador. Você também pode se hospedar nas belíssimas acomodações do La Petite Ferme. Imagine só acordar com uma vista maravilhosa como essa todas as manhãs!

img_2268Tente reservar uma mesa na varanda para poder apreciar a vista enquanto deleita-se com sua refeição. Pedi uma truta defumada com mini batatas e o Mau pediu uma perna de coelho com legumes. Ficamos impressionados com a qualidade dos pratos. Simples e, ao mesmo tempo, com sabores delicados e sofisticados. Sem dúvida, um dos melhores achados gastronômicos da região. Para acompanhar, pedimos uma garrafa de um delicioso viogner, produzido pela própria casa.

Na volta para Cape Town, se você tiver um tempo e quiser conhecer os guepardos, recomendo o passeio até o Cheetah Outreach, uma organização sem fins lucrativos, que tem como objetivo garantir a sobrevivência da espécie. Eles têm um programa que ajuda esses animais ameaçados de extinção, deixando-os viver em liberdade, mas acompanhando sua criação e fornecendo todos os cuidados necessários para uma vida longa e saudável.

img_2254Você pode visitar e até fazer um cafuné neles, seguindo todas as recomendações da equipe. Mas, por mais que tenha alguém dizendo que é seguro, você pensa: o cara é o animal mais veloz do mundo, vai de 0 a 100 em segundos. Se ele quiser que eu vire o jantar dele, não vai ter para ninguém. Então, mesmo com o coração a mil por hora e um baita medo, eu fui. Fiz um chamego no Ebony, este lindão da foto, e percebi que estar cara a cara, tocando num animal selvagem é a sensação mais louca desse mundo. Indescritível!

Para saber mais sobre o projeto entre no site:

http://www.cheetah.co.za

Quer saber mais sobre as degustações de vinho em Stellenbosch? Clique aqui.

 

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Embalse el Yeso, deslumbrante.

Foi pela dica de um amigo que descobri a existência dessa maravilha.

Embalse el Yeso é um reservatório de água que fica aos pés da Cordilheira dos Andes, a mais de 2500 m de altitude e é uma das principais fontes de abastecimento de água potável de Santiago. Fica a aproximadamente 100km da capital chilena e a 50km da cidade de San Jose de Maipo, onde nos hospedamos por uma noite, apenas para fazer o tour.

Pesquisei bastante em sites e blogs e li de tudo um pouco. Algumas pessoas dizendo que foram até lá de táxi ou carro alugado, sem problemas. Outros relatos assustadores, dizendo ser extremamente perigoso e imprudente ir por conta própria, algumas agências cobrando mais de 90.000 CLP o casal (aprox. R$ 450) para realizar o tour e outras que não faziam o passeio durante o inverno. Fiquei na dúvida e não sabia o que fazer.

Enfim, nossa sorte foi conhecer, dias antes, um casal no Valle Nevado que tinha alugado um carro e ido por conta própria até Embalse el Yeso. Eles disseram que a estrada tinha muitas curvas sim, mas que era tranquila e estava sem neve. Aliviados, decidimos fazer o mesmo e não nos arrependemos.

Fizemos o passeio no dia 09 de setembro. No caminho, passamos pelo misterioso túnel Tinoco, que fazia parte do sistema ferroviário há muitos anos e hoje está desativado. Em 1998, um jovem chamado Willy, que sofria de depressão, se suicidou no interior do túnel. Há quem atravesse a escuridão de seus 600 metros de extensão para chegar ao santuário de cata-ventos feito para homenagear Willy, mas é preciso ter coragem. Segundo seus pais, ele se comunica através do vento, por isso, muitos visitantes levam cata-ventos como oferenda e fazem pedidos ao passar por ali. Mais à frente, passamos por Las Cascaras, um refúgio militar abandonado, sujo e detonado, sem qualquer atrativo. Dá pra passar batido.

Uma hora e meia depois de percorrer lentamente, em meio à zona vulcânica, um caminho sinuoso e repleto de curvas perigosas, a gente chega e se depara com essa vista deslumbrante, de tirar o fôlego e, então, tem a certeza de que tudo valeu à pena.

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Lá em cima não tem nenhuma infra, por isso é importante levar água e algo para comer. Muitas pessoas fazem piquenique, levam queijos, vinhos. Até churrasquinho nós vimos por ali. Na minha humilde opinião, me dei por satisfeita por apenas parar e contemplar a beleza do lugar, sem distrações. Nem mesmo uma fotografia é capaz de traduzir a grandeza e a energia do momento. Acreditem.

Acho que até para os mais céticos, vendo um espetáculo da natureza como esse, que mais parece uma aquarela, é difícil não acreditar em algo maior. Presenciar o encontro das nuvens do céu com a neve do topo da Cordilheira, o reflexo dessa imagem no lago, realmente é um presente. Tive a impressão de estar bem pertinho de Deus.

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Gratidão!

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Um hotel para chamar de seu

O DysArt Hotel foi mais uma boa surpresa em Cape Town, a cidade que conquistou nossos corações em tão pouco tempo.

A fachada discreta e a tímida porta de entrada nos dão a impressão de que estamos entrando numa simples casinha de rua. Achei esse detalhe um charme. É como se estivéssemos chegando na casa da vovó para a macarronada de domingo, sabe?

O hotel é compacto, com poucos quartos, não tem um restaurante, mas oferece uma boa estrutura, piscina, deck, ambiente bem decorado, acolhedor e, além de tudo, tem uma excelente localização. Fica a 15 minutos do V&A Waterfront a pé.

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Nos hospedamos lá por 4 noites no primeiro trecho da viagem e, por mais uma noite, no trecho final. Ficamos em dois quartos diferentes, um no térreo e outro no primeiro andar, ambos amplos, bem iluminados, modernos e aconchegantes. Detalhe importante para quem vai no inverno ou sente muito frio, como eu: os quartos e banheiros têm piso aquecido e você pode regular a temperatura. Muito top! Ah, e eles têm uma gatinha, chamada Daisy, que fica perambulando pelas áreas comuns, doidinha para ganhar um chamego dos hóspedes. Eu que sou gateira, amei. Ponto para o hotel!

Mas o que faz mesmo toda a diferença é o atendimento. Justamente por ser um hotel pequeno, o tratamento é bem pessoal, próximo. A começar pela dona, a Lo Weber, que está sempre por lá, dando dicas e informações sobre a cidade com muita simpatia. O Martin, que nos ajuda com as malas, chama táxi, conta histórias divertidas. A Zinny e a Ferial, tão amáveis e interessadas pelo nosso país, que nos preparam um café da manhã delicioso, sanduíches fora de hora e muitos outros mimos.

Todos os funcionários, sem exceção, são extremamente gentis e simpáticos. Cuidam da gente como se estivessem cuidado de sua própria família, com carinho e dedicação. Parece que todo mundo faz um pouco de tudo, todos se ajudam e têm o mesmo propósito: fazer com que os hóspedes se sintam em casa, à vontade, abraçados e bem cuidados. Foi assim que me senti durante nossa estadia e agradeço muito por ter conhecido cada um deles.

Eles também são engajados em causas sociais e participam ativamente do projeto Food for Children, que ajuda crianças carentes do subúrbio da cidade. A Zinny, do DysArt Hotel, foi uma das co-criadoras do programa, e posso afirmar que é uma pessoa do bem e com um coração enorme. Com o equivalente a 100 euros, eles alimentam cerca de 350 crianças por semana, fazendo a diferença, como agentes de transformação, por um mundo melhor. Mais um ponto para o hotel :o)

Não foi à toa que, no último dia da viagem, quando o Martin avisou que o táxi havia chegado e todos eles foram lá fora para nos dar tchau, eu entrei no carro e comecei a chorar. Não queria me despedir, não queria ir embora e deixar tanta gente querida para trás. Com certeza, esse foi um canto do mundo que deixou muita saudade…

DysArt Boutique Hotel

17 Dysart Rd, Green Point, Cape Town, 8051, África do Sul

+27 21 439 2832

http://www.dysart.de/

Para mais informações sobre o DysArt Boutique Hotel Food Programme, acesse:

http://foodforchildren.org.za/

Quer saber mais sobre Cape Town? Clique aqui ou aqui.

 

 

 

 

 

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Annecy – encantos sem fim e a melhor pizza ever!

Ficamos apenas três dias em Annecy. Pouquíssimo tempo para desfrutar todos os encantos que a cidade tem para nos oferecer, mas o suficiente para nos apaixonarmos por ela.

Já contei em outro post a minha alegria em andar pelas ruelas da cidade em um dia de feira. Aromas e sabores explodindo pelos ares e por todos os cantos. Simplesmente imperdível.

IMG_7296Andando pelo centrinho de Annecy, você vai encontrar diversos bares e restaurantes, alguns mais animados que outros, mas todos bem movimentados. Dê preferência para os que ficam em frente ao lago para apreciar a melhor vista.

No segundo dia caminhamos até a pont des amours (ponte dos amores), onde os casais costumam passar várias vezes para trazer boa sorte. É claro que respeitamos as tradições e superstições locais e tiramos a nossa foto para registrar o momento. Depois, alugamos um barquinho por meia hora e passeamos pelo lago Annecy. Era fim de primavera, as temperaturas não passavam dos 20º e mesmo assim, a gente viu várias pessoas praticando esportes aquáticos, como vela, stand up paddle e jet ski. Outros, corriam e pedalavam por toda a orla, com uma vista lindíssima do lago.

IMG_7396Quando descobrimos que Annecy ficava a apenas 40 e poucos km da fronteira com a Suíça não pensamos duas vezes. Pegamos o carro e demos uma esticada até a cidade de Genebra, tiramos umas fotos e paramos numa lojinha para comprar chocolates que pareciam ser deliciosos (claro, eram suíços!). Quando fui passar no caixa, saquei meus euros da bolsa e – desculpe, senhora, aqui só aceitamos franco suíços. Agradecemos, demos meia volta, sem chocolate, e retornamos à Annecy dando risada!

Para o jantar, deixo aqui minha dica de ouro: não deixe de ir na pizzaria The Little Italy, a melhor pizza que já comemos fora de São Paulo (sim, pizza na França!). O lugar é bem charmoso, mas tem pouquíssimas mesas, por isso é bom fazer reserva com antecedência. As pizzas são individuais e saborosíssimas, mas eles só fazem de um sabor, não é como no Brasil, onde você pede meia ou um terço de cada sabor e muda todos os ingredientes…rs. Eles também servem vinho em taça ou garrafa. Se conseguir chegar até a sobremesa, experimente o tiramisù. Très bon!!

Quer saber mais sobre Annecy? Clique aqui.

The Little Italy

16 Rue Sainte-Claire, Annecy, França

+33 4 50 52 92 78